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10 de mai. de 2009

Qual a pretensão salarial? - uma reflexão sobre o momento em que o candidato tem que ser um negociante.


Tá certo, os tempos não são fáceis e arrumar um emprego não é nada fácil. Mas quando você finalmente conseguir aquela entrevista, o que fazer para conseguir a melhor proposta?
Se eu soubesse as respostas exatas aquele carro novo já estaria na garagem do apartamento que há tanto quero comprar... Mas eis aqui 5 dicas de o que nunca se deve fazer na hora de negociar o salário:

1) Parecer ansioso:

Por mais ansioso que você esteja (procurando trabalho há tempos, uma grande oportunidade) você tem que manter a calma e passar a sensação de que tem controle da situação. Muitas empresas vão tirar proveito da situação e economizar do Budget.

2) Exagerar no atual/ último salário:

Mentir nunca dá resultado. De alguma forma a verdade vem à tona, seja na entrevista ou mesmo 3 anos depois de já contratado. E isso pode te colocar numa situação embaraçosa. Falar que ganha um valor mais baixo certamente não interessa. Dizer que o salário é mais alto do que deve poderá afastar oportunidades.
Uma sugestão seria a de dizer qual seu salário atual se perguntado, mas não comentar a respeito do salário em empregos anteriores.

3) Aproveitar o momento certo:

O momento certo aparece quando você está em posição de receber uma oferta. Por isso começar a discussão de uma possível oportunidade de trabalho colocando condições de benefícios, horários e salários é errado. É como se você estivesse propondo um salário, o que dá a oportunidade ao entrevistador de fazer uma contra-proposta sob suas condições ou então.. nem oferecer nada.

4) Quem falar primeiro perde!

Uma regra que aprendi quando trabalhava em vendas na empresa de meu pai é que quem diz um valor primeiro perde. Então você pensa... : como responder à pergunta sobre qual o salário pretendido? Eu não estou certo da resposta mas tenho uma que me parece interessante: "Estou certo de que a empresa me oferecerá um pagamento adequado à função. O que procuro é uma Oportunidade.
Se deve ter em mente que salário ainda é composto de outros benefícios como plano de saúde, ferias e bônus.

5) Pressa para começar:

Dizer que pode começar imediatamente muitas vezes dá a impressão que você precisa muito daquele emprego. Oferta e Demanda. Por mais que você esteja doido pra começar a trabalhar, diga que precisa ao menos de 1 ou 2 dias para se preparar adequadamente.

Uma coisa que sempre ouço de Max Gehringer na sua coluna da CBN é que salário não é tudo em uma nova oferta de emprego. Ambiente de trabalho e oportunidade de carreira são fundamentais. Se estiver trocando seu emprego atual por uma de maior salário mas com ambiente de trabalho ruim e poucas possibilidades de carreira, provavelmente você estará fazendo uma troca ruim.
Outra coisa que já ouvi de consultores de RH é que não tem mesmo muito jeito de não responder a certas perguntas. Às vezes a mesma pessoa que te entrevista tem algumas limitações para avaliar seu desempenho. Então o jeito é relaxar, ser honesto e calmo.

Você tem alguma idéia diferente? Comente!

27 de abr. de 2009

Meu chefe e colega o computador!



Esses dias precisei tirar 1 dia de folga planejada para cuidar de documentos pessoais. Era um compromisso inadiável e importantíssimo para o bem estar da minha família. Fácil, basta falar com o responsável por folgas na empresa e pronto. Folga negada.
Você pode pensar... Poxa, que chefe insensível. Ou então,.. que cara folgado! Bom, eu diria que a palavra insensível descreve exatamente o cara que negou minha folga.
Na empresa em que trabalho, para requisitar uma folga basta entrar no sistema e preencher um breve formulário. Simples assim. Esse formulário vai parar no escritório da Alemanha. Um cara olha o pedido, verifica se minha ausência será sentida e clica “aprovada” ou “reprovada”. Não diz porque, não pergunta se pode ser um outro dia, uma outra hora. Não pergunta se está tudo bem. Na verdade, não pede a opinião de ninguém. Só clica "aprovado" ou "reprovado".
Falei com meu chefe sobre a folga. Ele me pediu para escrever um email pedindo pois estava muito ocupado fazendo seu trabalho que, presumo, deveria incluir falar comigo sobre trabalho. Ok, afinal, ele estava realmente atarefado, acho. Não tenho certeza pois não sei o que meu chefe faz exatamente. Só sei que ele fica atrás do computador dele escrevendo e preenchendo números em tabelas de softwares diversos ou então participa de reuniões. Faz sentido então mandar o email. Afinal ele presta mais atenção ao computador do que nos arredores do monitor. Acho que ele não teve tempo de ler o email e quando o cobrei – também por email- ele respondeu que.. no momento não era possível resolver o assunto da minha folga, por isso estava sendo negada.
Humanamente eu fui até a cadeira do meu chefe – 9 metros de distância - e disse: Chefe, eu não virei amanhã. O compromisso que tenho fora daqui he muito importante. Prefiro dizer isso agora a te ligar amanhã cedo, com voz de coitado e dizer... Estou doente chefinho, pobre de mim.. como tantos fazem.
Uma outra coisa que noto é o Instant Messenger. Tem o interno, só entre funcionários da empresa, e o normal na internet. Tem também o Facebook. Funcionários, uns ao lado dos outros trocam mensagens via computador o tempo todo enquanto atualizam seus perfis nos sites de networking 10 vezes por dia.
A conversa no canto do café ainda acontece e os 30 minutos de almoço ainda podem ser compartilhados com um colega. Ou então você pode fazer como tantos outros, pegar seu celular e ficar apertando os botões.
Tenho também um comentário sobre o Twitter para isso. Quando você estiver na frente daquela pergunta "o que voce esta fazendo?" experimente responder " ninguém se importa". Imagine um monte de pessoas em uma sala falando freneticamente. Não umas com as outras, só falando. Esse é o Twitter como foi criado. Igual aquele video no Youtube que você fez e divulgou por email para sues 86 contatos no Facebook e que só atingiu... 3 clicks. Existem bons usos para o Twitter e para o Youtube mas dificilmente dizer algo que não interessa a ninguém prevalecerá. Ainda assim insistimos.
O computador é uma ferramenta revolucionária de trabalho, ninguém pode negar. Mas a comunicação informatizada está transformando as pessoas no trabalho. Funcionários se tornam números e emails. Colegas passam a ser "a pessoa ao lado" e você vê cada vez menos sentido em estar ali, naquele lugar enquanto poderia estar em casa fazendo a mesma coisa com seu computador.
A conclusão a que chego é que o conceito de sociedade está mudando. Não sei como exatamente mas a sensação de estar falando sozinho - nesse exato momento - me faz pensar. A idéia de se reunir no local de trabalho as pessoas por traz do perfil profissional. Não estou dizendo que temos que ser como uma grande familia, nenhum "bla, bla,bla" desse tipo. Mas que se faz necessário contectar-se com o lado humano de quem trabalha. Valorizar pensamentos, ser atencioso com dificuldades e ouvir. Principalmente ouvir.

13 de abr. de 2009

U.B.S - A maior lavanderia de dinheiro do mundo ameaça falir e poderá arrastar consigo, um país inteiro!!!

União de Bancos Suíços, a coisa está muito feia! Está pegando fogo!

Agoniza o segredo bancário suíço.
Artigo de Gilles Lapouge - Paris.

A Suíça tremula. Zurique alarma-se!

Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basiléia e Berna estão ofegantes. Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo. Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço. O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama. O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.

A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça, viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para fraudar o fisco. O banco protestou, mas os suíços, então, passaram os nomes. E a vida bancária foi retomada, tranquilamente. Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.

Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!

O banco protestou. A Suíça está temerosa. O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.

Mas, como resistir!??...

A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.

Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido. O segredo bancário suíço não é coisa recente.

Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714. No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas. Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe econômica.

Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 bilhões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.


E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira. O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três trilhões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os ativos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários. Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros "offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.

Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos. O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um caráter sacramental. Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...

Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi? Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe, do Zimbabwe e da Mafia Russa?

Quantos atuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municipios têm chorudas contas na Suíça?

Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?

Porque após a morte de Mobutu, os seus filhos nuncam conseguiram entrar na Suíca? Tudo lá ficou para sempre e em segredo...

A agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.

Na mini-cúpula européia que se realizou em Berlim, em preparação ao encontro do G-20 em Londres, França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.

"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.

No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico, Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias. Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adotadas contra os paraísos fiscais.

Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade econômica mundial, todas as tentativas eram abortadas.

Hoje, estamos em crise. Viva a crise!!!

Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido. Hoje ele é presidente. É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.

Nos anos 30, os americanos conseguiram laçar Al Capone.
Sob que pretexto? Fraude fiscal.

Para muito breve, a queda do império financeiro suíço!

FIM

12 de mar. de 2009




Quem aqui nunca ao menos visitou os sites Orkut, MySpace ou Facebook? Isso sem contar o uso freqüente que fazemos do Linked In. Somos centenas de milhões de usuários de serviços de networking e temos a necessidade de nos comunicar muito alem da evolução trazida pela telefone celular (melhor não comentar que eu tive um “bip” - teletrim...).

Na campanha presidencial americana, Obama teve como principal meio de comunicação direta com o eleitor o Youtube e o Twitter.

Hoje estive lendo sobre o Twitter. Já havia ouvido falar outras vezes mas poucos colegas e amigos conhecem. Teve um caso de um rapaz que havia sido seqüestrado ou algo assim, e com seu celular mandou um Twitter para seus amigos dizendo o que tinha acontecido e onde poderia estar. Em pouco tempo a policia o encontraria.

Para quem não conhece (incluindo eu), o Twitter é uma ferramenta online que permite a difusão de mensagens de texto curtas e que pode ser acessado por qualquer aparelho conectado a internet, seja seu desktop, laptop, netbook, iPod ou SmartPhone. Para ser menos exato.... É uma mistura de Blog com Instant Messenger e Text messaging. Na verdade parece complicado, mas a idéia é simples, por isso funciona.

Experimente você mesmo. Clique no link na coluna da direita Siga esse Twitter!

Segundo a revista Forbes dessa semana, em artigo sobre liderança e uso de social-networking, a grande maioria dos executivos despreza o uso das novidades como ferramentas de comunicação corporativa com medo de potenciais riscos a segurança e privacidade de seus servidores.

Por outro lado, minha cabeça de “marketeiro” diz: equipes podem ser mais produtivas e clientes mais interessados em produtos e serviços se encontrassem uma ligação mais efetiva com suas marcas preferidas. Em tempos de economia... que dispensa comentários, estruturas de relacionamento como essas oferecem baixo custo e rapidez. Grandes empresas (talvez ouvindo grandes agências de propaganda) acabam por transformar esse tipo de oportunidade em campanhas caras e, consequentemente, passageiras.

Uma coisa a ser considerada é que a abertura de comunicação permitida pela internet pode significar para as empresas falta de controle. Por outro lado controlar sem experimentar significa ficar para trás.

Pessoas, profissionais e empresas já passaram pela invasão dos computadores, dos celulares e dos e-mails. O desafio não é novo, mas renovador.

PS: estou fazendo testes com o Twitter aqui no Blog. Para conhecer o Twitter e participar da experiência clique no link Siga esse Twitter.

27 de fev. de 2009

Resultado Pesquisa de Carnaval

Recebi varias mensagens com diversas respostas. Tomei o direito de reproduzir algumas aqui:


Douglas Black wrote:


Sempre falou em brasil só tem nove meses para faca negócios! Dezembro até Fevereiro está parado. Em Rio o trafico está horrível com os blocos e as ruas fechados. Mas, tudo é bom. Nao tem nada melhor do que fica uma tarde andando uma rua com o bloco.

Rinaldo Tavani Pinheiro wrote:

Olá, Moro em Santos e já vi o carnaval ser cancelado, voltar e ser transferido de lugar varias vezes na cidade, sem que isso alterasse em nada a vida na cidade. O carnaval aqui não tem essa importância, as vezes atrapalha mais do que ajuda, mesmo tendo varias escolas de samba na cidade. Em minha opinião, acho que as cidades que vivem o carnaval como tradição têm muito a ganhar, mas a maiorias das cidades não são assim. Algumas até querem ser assim para receber mais pessoas... Das pessoas que conheço, a maioria aproveitam para viajar e descansar, o que também promove o turismo nessas cidades. Agora afirmar que o Brasil só começa a trabalhar depois do carnaval, penso que só é adequado para essas cidades que se preparam para receber muitas pessoas nessa época. Talvez essa seja a origem dessa frase, pois depois do carnaval a vida na cidade volta ao normal e pensem em tocar a vida até o próximo “feriadão”. Ganhar ou perder ? depende que tipo de cidade você mora, se seu negócio é carnaval, hotelaria, comercio, cartão de credito, transporte, consumo em geral, acho que a cidade ganha indiretamente por circulação de pessoas e mercadoria.

Gloria Micaelo wrote:

Perco $$ mas ganho em felicidade! De dezembro a março o mercado de consultoria fica mesmo meio parado: apenas acontecem as finalizações do ano anterior ou algumas aulas. O carnaval em si é muito bom, época de alegria e o astral das pessoas fica bem elevado.Concordo no entanto que poderíamos brincar apenas nos dias de folia, antes poderíamos continuar com nossa atividade produtiva normal, mas isso a cultura local não aceita. Como acredito em mudanças, estou aberta a soluções que quebrem esse círculo vicioso pré-carnavalesco...

Adriana Vieira Schaap wrote:

Acredito que todos perdem, não apenas no quesito $, mas também com a imagem do Brasil lá fora. Precisamos pensar no tipo de turista que queremos atrair...pois quando mostramos ao mundo, apenas bagunça, bandalheira...não vamos atrair nada de bom a longo prazo. Acho que podemos mostrar alegria e diversidade cultural não apenas com o Carnaval e sim, com bons profissionais, competentes e que trabalham o ano todo, como nos demais países. Ética é o que mais precisamos importar e exportar para sermos um país em ascensão!

Randal Gomes wrote:


Bem, Gustavo. Minha opinião aqui não visa ser absoluta, mas contribuir para a discussão que propôs. Acredito que a maioria dos profissionais tem uma visão segmentada, visando apenas as vantagens/analisando as desvantagens para setores específicos. De modo geral, não temos Carnaval em fevereiro em Santa Catarina (exceto Laguna e Floripa), mas a indústria do turismo se movimenta fortemente para as Oktoberfesten (a própria Oktoberfest, a Schützenfest, a Marejada, ...) e como um todo, o estado tem se organizado para que não haja paradas produtivas da economia como um todo. Assim, mais que contabilizar as perdas - já que a indústria brasileira se movimenta somente após o carnaval - o que parece faltar é uma visão de longo prazo e de longo alcance, que direcione o esforço de vendas especificamente para o período. Apesar de estarmos no século XXI, a velha máxima de que trabalho mesmo somente após a Festa, continua verdadeira.

Brian Curry wrote:


Sem dúvida eu perco, de dezembro até março, pre-carnaval, pre-pre-carnaval etc. :)

Valmir Goes wrote:


Caros, Vamos apimentar este assunto. Por várias ocasiões ouvi de executivos nacionais ou não que este país só começa depois do carnaval. Em minha visão, o que geralmente ocorre é que, por tratar-se de um período de férias escolares, normalmente os decisores e formadores de opinião, acabam tirando seus dias de descanso, de forma alternada durante este período. Então, como os grupos de decisões não se encontram em sua totalidade neste período, acaba dando a impressão de que tudo pára. Por outro lado, apesar de existir carnaval no mundo inteiro, nós brasaileiros, aceitamos este tipo de colocação pacificamente e até engrossamos o coro. O que parece para voces ?

Claudia Grigolon wrote:


Sempre haverá aqueles que não gostam de Carnaval porquê não faturam nessa época ou porquê simplesmente não gostam de bagunça. De qualquer forma, o Carnaval impulsiona muito o turismo no Brasil e os setores de serviços ligados ao turismo. Trabalho com assessoria a estrangeiros em São Paulo e para eles o Carnaval é o céu. Ouvi uma vez de um milanês uma brincadeira em que ele dizia que quando se morre, não se vai para o céu, se vem ao Brasil. Fazer o quê ? Se o nosso turismo fosse mais profissionalizado, talvez não fôssemos nem tão dependentes de exportação de commodities como somos... O importante é não deixar que as cinzas do Carnaval se espalhem pelo resto do ano no fluxo de caixa da empresa para que esta possa durar muitos Carnavais.




Obrigado a todos pela participação e boa ressaca !!!