“A LIDERANÇA ESSENCIAL”
Em dezembro passado publicamos a primeira parte do tema:
“Você tem os hábitos de um líder do Sec. XXI?”
E ao fim do tema anterior, eu digo:
“Busque conhecer-se e compreender seu modus operandis”
A partir daí, eu proponho, para esta segunda parte, fazermos uma reflexão sobre como estamos “liderando nossa própria vida”, antes de tudo. Como estamos nos conduzindo nessa jornada a que nos propusemos?
- Você sabe COMO quer viver?
- Você sabe AONDE quer chegar?
- Sabe COMO chegar lá?
- Sabe COMO QUER ESTAR quando chegar lá?
Alguma vez você já fez a experiência de fechar os seus olhos e imaginar-se nos seus últimos momentos de vida aqui na terra? Esses últimos momentos seriam a festa de seu último aniversário aqui:
- Com que idade você estaria?
- Qual é sua condição física, mental e emocional neste momento?
- Quem você convidaria para esta festa? Não importa que nesta altura já
tenham ido. Eles podem estar em sua festa de despedida.
- Imaginando-os entrar, um a um, o que você gostaria que eles dissessem a
seu respeito? Sobre como você viveu sua vida, o que fez e o que está deixando como legado.
- O que você gostaria de ouvir de cada um deles?
- Vivencie isso e depois anote tudo...
Lendo as anotações, analise se está vivendo de forma a chegar AONDE deseja e COMO deseja.
Você está no caminho certo ou seria melhor fazer uma virada estratégica para pegar o caminho certo? Lembrando-se que o certo é o certo para você, porque sua vida é única e desenhada para você!
Por isso é muito importante que, em primeiro lugar, você seja um líder de si mesmo, de sua própria vida. Saiba guiar-se, direcionar-se, enxergar em si mesmo suas maiores potencialidades e paixões e identificar seus pontos a desenvolver. Saiba reprogramar a direção sempre que necessário e da forma mais ecológica e humana possível.
Desta forma, já sabendo:
- AONDE e COMO quer chegar ao fim da sua vida,
- O que deseja ter FEITO, ter SIDO e ter CONSTRUÍDO ao longo do trajeto,pergunte-se:
> Tenho os hábitos e atitudes adequadas para construir ou manter a vida que desejo?
> Como vou fazer para mudar de direção?
> O que já tenho e o que vou desenvolver para chegar lá?
** E a pergunta chave para jamais desistir, frente aos obstáculos do caminho é:
- O que vou sentir quando chegar lá, da forma que desejo?
Lembre-se fortemente deste sentimento, toda vez que se perguntar:
“Por que tenho que passar por isso?”
Lembrar-se do sentimento que lhe guia ao seu objetivo será seu grande motivador para enfrentar todos os desafios da jornada e chegar lá sabendo que sua vida fez SENTIDO.
Desfrutem a experiência e até a próxima...
Luceli Mota é Coach de Vida e Carreira, especializada em Comportamento, Liderança, Criatividade e Planejamento de Vida e Carreira. Formada em Letras e Tradução pela PUC Campinas e Pós Graduada em Medicina Comportamental pela Escola Paulista de Medicina
http://www.linkedin.com/in/lucelimota
luceli_mota@hotmail.com
Reportagens sobre Desenvolvimento de Carreira
Notícias para Empreendedores
Notícias sobre Mídia e Marketing
5 de mar. de 2010
26 de fev. de 2010
Diga NÃO à Telebrás
Escrito por Gustavo Vannucchi.
Outro dia li um texto motivacional que entre verdades, meias verdades e.. muito papo furado, apresentava dados supostamente baseados na pesquisa de uma instituição. Um dos tópicos salientava o fato de 60% dos brasileiros ter acesso a internet. FANTÁSTICO!
Bom, passando reto pelo fato de 60% dos brasileiros ter um nível de conhecimento da própria língua muito baixo, até porque o número sem dúvida inclui recém nascidos, menos de 12% desses internautas tem acesso a internet através de conexão de banda larga.
Observemos alguns dados e análise:
- Segundo a FGV e o IBOPE, hoje cerca de 25% dos brasileiros com 16 ou mais anos de idade acessam a internet. Coloquemos aí mais alguns de 12 a 15 anos de idade no mix e consideremos 30% dos brasileiros (tá bom, meu sobrinho de 7 anos também tem blog e manda email, mas é exceção).
- Esse número inclui pessoas que dão uma olhada uma vez por semana no email (talvez ainda do BOL). Bom, quem verifica o email uma vez por semana ou é muito famoso ou... não recebe quase nenhum email. Ou seja, põe a pontnha do pé na internet, não navega.
- Dessas pessoas, 12% acessam a internet por conexão rápida (rápida para os padrões brasileiros significa 10 a 30% da velocidade nos países desenvolvidos). Em outras palavras, 6 milhões de brasileiros (3% dos brasileiros tem acesso a internet menos lenta).
- Quem não tem acesso de banda larga, além de não baixar um filme pirata de vez em quando, pornográfico ou cópias ilegais de programas, não tem acesso a algumas das grandes evoluções da grande rede, como TV online, Rádio online, aluguel de filmes, youtube, sites full-flash, e-learning, webinnars, etc.
Em poucas palavras, são poucos, ou melhor, somos poucos dentre aqueles que navegam pela verdadeira internet.
O que fazer então?
O governo diz que a melhor solução é reavivar a Telebrás numa espécie de Telebrás 2.0. A estatal faria concorrência às demais empresas na oferta de acesso a internet de banda larga e controlaria a rede brasileira de fibra ótica. Cobraria preços de 15 a 35 reais pelos mesmos serviços que outras empresas cobram 70 reais. O investimento inicial seria de 20 bilhões de reais.
Eu digo...: diga NÃO à Telebrás!
Primeiro de tudo porque qualquer empresa, estatal ou não, tem que dar lucro. Dar lucro cobrando pouco para competir em uma área em que não tem know-how é complicado. Além disso, pra dar lucro, não pode virar o cabide de empregos que qualquer estatal vira em pouquíssimo tempo. Já começando pela consultoria do senhor Zé Dirceu. Acionistas só vão investir de fato com confiança e estabilidade se a empresa lhes passar confiança e estabilidade.
Acredito que agências controladoras têm a função de regulamentar mercados e já são teoricamente interferência suficiente do governo e da população. Leis apropriadas deveriam ser criadas para impulsionar a oferta de serviços a valores mais baixos e de melhor qualidade.
Outra coisa muito econômica de se fazer, mais simples e com efeito direto, é diminuir os impostos. Da sua conta mensal de internet, na sua empresa ou na sua casa, 43% vai pro governo. O mesmo que você paga por um perfume ou um relógio importado. Em outras palavras o governo trata o serviço de internet como itém superfluo. Com leis e regulamentações bem feitas, impostos decentes e com a vontade das operadoras já estabelecidas de ter lucros, teremos uma internet muito melhor, muito menos cara e mais próxima dos outros 97% de brasileiros excluídos do que nós chamamos de internet.
E isso é só pra começar...
Tudo o que mencionei aqui neste texto na verdade está limitado a o que a internet representa de mais básico.
Não mencionei a exclusão de micro-empresas do e-commerce hoje tão acessível quanto abrir uma conta de email nova, não comentei que nos países desenvolvidos 12% da internet já é acessada através de smartphones e videogames e que o iPad e o iPhone são e serão para poucos no Brasil ainda por vários anos. Aliás todos também com impostos che chegam a elevar o valor do produto em 120%.
O Brasil é um grande país, mas tem que ter um olhar crítico sobre sí mesmo e não se deixar levar por uma promessa linda que parece ser a Telebrás.
Como sempre digo, não quero me colocar aqui como o senhor da razão então seus argumentos ponderados e bem explicados serão muito bem vindos.
Abraço
Gustavo Vannucchi
Coordenador Executivos Brasil.
Outro dia li um texto motivacional que entre verdades, meias verdades e.. muito papo furado, apresentava dados supostamente baseados na pesquisa de uma instituição. Um dos tópicos salientava o fato de 60% dos brasileiros ter acesso a internet. FANTÁSTICO!
Bom, passando reto pelo fato de 60% dos brasileiros ter um nível de conhecimento da própria língua muito baixo, até porque o número sem dúvida inclui recém nascidos, menos de 12% desses internautas tem acesso a internet através de conexão de banda larga.
Observemos alguns dados e análise:
- Segundo a FGV e o IBOPE, hoje cerca de 25% dos brasileiros com 16 ou mais anos de idade acessam a internet. Coloquemos aí mais alguns de 12 a 15 anos de idade no mix e consideremos 30% dos brasileiros (tá bom, meu sobrinho de 7 anos também tem blog e manda email, mas é exceção).
- Esse número inclui pessoas que dão uma olhada uma vez por semana no email (talvez ainda do BOL). Bom, quem verifica o email uma vez por semana ou é muito famoso ou... não recebe quase nenhum email. Ou seja, põe a pontnha do pé na internet, não navega.
- Dessas pessoas, 12% acessam a internet por conexão rápida (rápida para os padrões brasileiros significa 10 a 30% da velocidade nos países desenvolvidos). Em outras palavras, 6 milhões de brasileiros (3% dos brasileiros tem acesso a internet menos lenta).
- Quem não tem acesso de banda larga, além de não baixar um filme pirata de vez em quando, pornográfico ou cópias ilegais de programas, não tem acesso a algumas das grandes evoluções da grande rede, como TV online, Rádio online, aluguel de filmes, youtube, sites full-flash, e-learning, webinnars, etc.
Em poucas palavras, são poucos, ou melhor, somos poucos dentre aqueles que navegam pela verdadeira internet.
O que fazer então?
O governo diz que a melhor solução é reavivar a Telebrás numa espécie de Telebrás 2.0. A estatal faria concorrência às demais empresas na oferta de acesso a internet de banda larga e controlaria a rede brasileira de fibra ótica. Cobraria preços de 15 a 35 reais pelos mesmos serviços que outras empresas cobram 70 reais. O investimento inicial seria de 20 bilhões de reais.
Eu digo...: diga NÃO à Telebrás!
Primeiro de tudo porque qualquer empresa, estatal ou não, tem que dar lucro. Dar lucro cobrando pouco para competir em uma área em que não tem know-how é complicado. Além disso, pra dar lucro, não pode virar o cabide de empregos que qualquer estatal vira em pouquíssimo tempo. Já começando pela consultoria do senhor Zé Dirceu. Acionistas só vão investir de fato com confiança e estabilidade se a empresa lhes passar confiança e estabilidade.
Acredito que agências controladoras têm a função de regulamentar mercados e já são teoricamente interferência suficiente do governo e da população. Leis apropriadas deveriam ser criadas para impulsionar a oferta de serviços a valores mais baixos e de melhor qualidade.
Outra coisa muito econômica de se fazer, mais simples e com efeito direto, é diminuir os impostos. Da sua conta mensal de internet, na sua empresa ou na sua casa, 43% vai pro governo. O mesmo que você paga por um perfume ou um relógio importado. Em outras palavras o governo trata o serviço de internet como itém superfluo. Com leis e regulamentações bem feitas, impostos decentes e com a vontade das operadoras já estabelecidas de ter lucros, teremos uma internet muito melhor, muito menos cara e mais próxima dos outros 97% de brasileiros excluídos do que nós chamamos de internet.
E isso é só pra começar...
Tudo o que mencionei aqui neste texto na verdade está limitado a o que a internet representa de mais básico.
Não mencionei a exclusão de micro-empresas do e-commerce hoje tão acessível quanto abrir uma conta de email nova, não comentei que nos países desenvolvidos 12% da internet já é acessada através de smartphones e videogames e que o iPad e o iPhone são e serão para poucos no Brasil ainda por vários anos. Aliás todos também com impostos che chegam a elevar o valor do produto em 120%.
O Brasil é um grande país, mas tem que ter um olhar crítico sobre sí mesmo e não se deixar levar por uma promessa linda que parece ser a Telebrás.
Como sempre digo, não quero me colocar aqui como o senhor da razão então seus argumentos ponderados e bem explicados serão muito bem vindos.
Abraço
Gustavo Vannucchi
Coordenador Executivos Brasil.
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31 de jan. de 2010
O Que Eu Quero Ser Quando Crescer?
Escrito por Francisco Albuquerque
0:00, 1º de Janeiro de um ano qualquer…
Comemoração de fim de ano com familiares é sempre a mesma coisa. Momento de rever os erros e acertos do ano anterior e planejar as mudanças para o próximo ano. Mas existe um detalhe muito importante que a maioria das pessoas esquece que é o ato de colocar o planejamento no papel e seguir um método para que ele funcione de forma adequada com os seus objetivos.
Sem ter o planejamento no papel e sem revisá-lo constantemente, será muito fácil esquecermos-nos dos nossos planos, então o esforço em pensar, planejar e agir terá sido em vão em algum momento.
Fazendo uma analogia ao parágrafo acima, vamos falar de Planejamento de Carreira e quero dar início a esse novo desafio (este é o meu primeiro texto no Portal O Gerente), ajudando os leitores a resgatarem pontos importantes que influenciarão em decisões de como fazer para manter uma carreira alinhada aos seus objetivos pessoais e que lhes traga sucesso e felicidade.
Costumo dizer que não podemos trabalhar somente pensando que a felicidade só virá com a aposentadoria. Até por que, a possibilidade de trabalhar por mais de 35 anos e não ter qualidade de vida é muito prejudicial a nossa saúde. E se considerarmos que ter uma carreira que nos motiva a cada dia influenciará diretamente na nossa qualidade de vida, como seremos felizes se os problemas de saúde causados principalmente pelo stress de uma carreira desmotivadora, pois passaremos a nossa fase de aposentados percorrendo hospitais, clínicas médicas, SPA’s, etc.
Para definir um plano de carreira, temos que primeiro definir o que queremos e como faremos para alcançar esses objetivos, e a primeira pergunta é muito simples, e tenho certeza que já fizeram essa pergunta para vocês na infância.
O que você quer ser quando crescer?
Parece fácil não? Para muitos sim, mas para outros não é.
Quero ajudá-los a encontrar essa resposta e traçar um caminho para desenvolver o seu plano de carreira e ter domínio sobre ele, em outras palavras, ter domínio sobre a sua vida e não deixar nunca mais a vida te levar, e sim você levar a sua vida, para o caminho que deseja, para o objetivo que você irá definir.
Um pouco de história:
Planejamento de Carreira é um assunto pouco conhecido por muitos profissionais, e atualmente fala-se muito em manter o planejamento sobre o nosso domínio, diferente do passado onde as organizações que definiam onde iríamos chegar.
O ato de efetuar um planejamento de carreira mexe com diversas áreas da nossa vida, pois fazemos uma análise de pontos como nossas principais características, aptidões, competências, identidade e valores, e essas análises é que irão nos ajudar a definir a nossa missão e objetivos, para depois traçar uma estratégia eficaz e agir para alcançá-la.
Poucos profissionais conseguem ser bem sucedidos e felizes alinhando seus conhecimentos, sonhos e desejos, com as suas aptidões. Da mesma forma que fazemos um planejamento de nossas finanças pessoais, temos que ter um planejamento profissional.
Para iniciar o tema de planejamento de carreira é preciso compreender alguns conceitos básicos, e sendo assim vou iniciar explicando a diferença entre Aptidão e Competência.
Aptidão x Competência
Definição de Aptidão por Friedrich Nietzsche (Filósofo Alemão do século XIX).
“Numa humanidade tão altamente desenvolvida como é a actual, cada um, por natureza, recebe em dote acesso a muitos talentos. Cada qual tem talento inato, mas só a poucos é dado por nascença e por meio da educação o grau de tenacidade, persistência e energia, para que o indivíduo se torne, realmente, um talento, para que, portanto, venha a ser aquilo que é; ou seja, traduza isso em obras e acções.”
Friedrich Nietzsche, in &&Humano, Demasiado Humano&&
Nietzsche deixa claro em seu texto, que a aptidão é um dote, os talentos naturais que todos os seres humanos guardam dentro de si.
É importante que saibamos, ou pelo menos busquemos desbravar quais são as nossas aptidões, fazendo um exercício de auto-análise diária do nosso comportamento diante de todas as situações que estamos inseridos.
Compreender o que é aptidão pode nos dar respostas muito mais abrangentes e precisas sobre a nossa missão.
Gosto de exemplificar aptidão com a profissão de músico, principalmente os vocalistas, pois a voz é o único instrumento que ele tem para demonstrar os seus talentos, e o que explica ter essa “voz” diferenciada? Mesmo com problemas de surdez Beethoven continuou compondo várias obras.
E você? Consegue definir quais são as suas aptidões?
Definição de Competência:
Competência em administração é a integração e a coordenação de um conjunto de conhecimentos, habilidades
e atitudes (C.H.A.), que na sua manifestação produzem uma atuação diferenciada.
Competência, é um conjunto de situações, que baseadas no conceito C.H.A., determinam a excelência da execução de uma tarefa.
Portanto, é interessante pensar que se algum destes três fatores (C.H.A.) estão fora de sintonia, o resultado dos nossos objetivos poderá ser comprometido, ou seja, a atitude tomada sem a base dos conceitos anteriores, não será vista com a mesma grandeza.
E o que isso tem haver com Planejamento de Carreira?
C – Conhecimento é a base para qualquer atividade profissional, seja ela na Área de Humanas, Exatas ou Biológicas.
H – As habilidades são adquiridas no decorrer do exercício da base de conhecimento.
A – E por último, as atitudes, que são as consequências executadas a partir do Conhecimento e das Habilidades.
Portanto, é primordial que pensemos bem antes de tomar uma decisão no que diz respeito ao nosso futuro profissional. É possível que façamos escolhas erradas inicialmente, ou que pensemos em diversas áreas de atuação, pois é natural do ser humano ter afeição por diversas áreas em função das situações que ele é vivencia. Porém o segredo está na busca diária do conhecimento natural de nossas aptidões, do dote dado por natureza, pois só assim poderemos criar uma situação de paixão e prazer e ter um sentido para o nosso despertar diário e a satisfação de terminar o dia com o sentimento de missão cumprida.
Definir um Planejamento não é fácil e temos que nos preparar para situações que irão nos causar medo, situações que irão pedir de nós muito mais comprometimento e disciplina. Mudanças são inevitáveis e precisamos estar atentos aos benefícios que elas podem nos trazer.
Criar um Planejamento não quer dizer que devemos traçar um objetivo e não olhar para as situações que estão a nossa volta. Na condição de se por em prática o que foi definido no Planejamento, é importante que algumas mudanças aconteçam, pois mostra que temos habilidades para nos adequar a situações novas, e a análise dessa situação bem como a integração com os objetivos do planejamento, podem trazer resultados mais benéficos do que o pensado anteriormente.
Existem muitas pessoas escolhendo as suas atividades profissionais sem planejamento. Muitas vezes por que precisam de uma colocação no mercado de trabalho, ou por que não conseguem uma oportunidade melhor, e outras por que tem a oportunidade de crescer em uma empresa no qual já trabalha e recebe uma promoção.
Mais uma vez insisto, é importante fazer a sua análise interior e compreender que você é responsável por sua vida e que você pode controlar as situações ao seu redor, desde que se empenhe e crie habilidade para isso.
A grande diferença entre Aptidão e Competência, está no modo que nós seres humanos, compreendemos as situações como um todo e como essas situações irão fluir, com mais facilidade, ou com maior dificuldade.
É muito mais difícil conhecer as nossas aptidões do que nos tornarmos competentes em algo, pois como eu disse anteriormente, é necessária uma auto-análise e a preocupação em encontrá-las, e que a competência é algo que adquirimos com o tempo, com nossa experiência em nossas funções.
O exercício de análise interior lhes proporcionará o prêmio da definição de suas aptidões, que será o que lhe trará prazer, lhe trará o desejo de seguir em frente e se dedicar, buscar a conhecimento rumo a excelência.
Até a próxima!
Francisco Albuquere é membro do Executivos São Paulo, Analista de Planejamento e Blogger.
Perfil no Linked In: http://br.linkedin.com/in/franciscoalbuquerque
Blog: http://www.anossageracaoy.com.br/
0:00, 1º de Janeiro de um ano qualquer…
Comemoração de fim de ano com familiares é sempre a mesma coisa. Momento de rever os erros e acertos do ano anterior e planejar as mudanças para o próximo ano. Mas existe um detalhe muito importante que a maioria das pessoas esquece que é o ato de colocar o planejamento no papel e seguir um método para que ele funcione de forma adequada com os seus objetivos.
Sem ter o planejamento no papel e sem revisá-lo constantemente, será muito fácil esquecermos-nos dos nossos planos, então o esforço em pensar, planejar e agir terá sido em vão em algum momento.
Fazendo uma analogia ao parágrafo acima, vamos falar de Planejamento de Carreira e quero dar início a esse novo desafio (este é o meu primeiro texto no Portal O Gerente), ajudando os leitores a resgatarem pontos importantes que influenciarão em decisões de como fazer para manter uma carreira alinhada aos seus objetivos pessoais e que lhes traga sucesso e felicidade.
Costumo dizer que não podemos trabalhar somente pensando que a felicidade só virá com a aposentadoria. Até por que, a possibilidade de trabalhar por mais de 35 anos e não ter qualidade de vida é muito prejudicial a nossa saúde. E se considerarmos que ter uma carreira que nos motiva a cada dia influenciará diretamente na nossa qualidade de vida, como seremos felizes se os problemas de saúde causados principalmente pelo stress de uma carreira desmotivadora, pois passaremos a nossa fase de aposentados percorrendo hospitais, clínicas médicas, SPA’s, etc.
Para definir um plano de carreira, temos que primeiro definir o que queremos e como faremos para alcançar esses objetivos, e a primeira pergunta é muito simples, e tenho certeza que já fizeram essa pergunta para vocês na infância.
O que você quer ser quando crescer?
Parece fácil não? Para muitos sim, mas para outros não é.
Quero ajudá-los a encontrar essa resposta e traçar um caminho para desenvolver o seu plano de carreira e ter domínio sobre ele, em outras palavras, ter domínio sobre a sua vida e não deixar nunca mais a vida te levar, e sim você levar a sua vida, para o caminho que deseja, para o objetivo que você irá definir.
Um pouco de história:
Planejamento de Carreira é um assunto pouco conhecido por muitos profissionais, e atualmente fala-se muito em manter o planejamento sobre o nosso domínio, diferente do passado onde as organizações que definiam onde iríamos chegar.
O ato de efetuar um planejamento de carreira mexe com diversas áreas da nossa vida, pois fazemos uma análise de pontos como nossas principais características, aptidões, competências, identidade e valores, e essas análises é que irão nos ajudar a definir a nossa missão e objetivos, para depois traçar uma estratégia eficaz e agir para alcançá-la.
Poucos profissionais conseguem ser bem sucedidos e felizes alinhando seus conhecimentos, sonhos e desejos, com as suas aptidões. Da mesma forma que fazemos um planejamento de nossas finanças pessoais, temos que ter um planejamento profissional.
Para iniciar o tema de planejamento de carreira é preciso compreender alguns conceitos básicos, e sendo assim vou iniciar explicando a diferença entre Aptidão e Competência.
Aptidão x Competência
Definição de Aptidão por Friedrich Nietzsche (Filósofo Alemão do século XIX).
“Numa humanidade tão altamente desenvolvida como é a actual, cada um, por natureza, recebe em dote acesso a muitos talentos. Cada qual tem talento inato, mas só a poucos é dado por nascença e por meio da educação o grau de tenacidade, persistência e energia, para que o indivíduo se torne, realmente, um talento, para que, portanto, venha a ser aquilo que é; ou seja, traduza isso em obras e acções.”
Friedrich Nietzsche, in &&Humano, Demasiado Humano&&
Nietzsche deixa claro em seu texto, que a aptidão é um dote, os talentos naturais que todos os seres humanos guardam dentro de si.
É importante que saibamos, ou pelo menos busquemos desbravar quais são as nossas aptidões, fazendo um exercício de auto-análise diária do nosso comportamento diante de todas as situações que estamos inseridos.
Compreender o que é aptidão pode nos dar respostas muito mais abrangentes e precisas sobre a nossa missão.
Gosto de exemplificar aptidão com a profissão de músico, principalmente os vocalistas, pois a voz é o único instrumento que ele tem para demonstrar os seus talentos, e o que explica ter essa “voz” diferenciada? Mesmo com problemas de surdez Beethoven continuou compondo várias obras.
E você? Consegue definir quais são as suas aptidões?
Definição de Competência:
Competência em administração é a integração e a coordenação de um conjunto de conhecimentos, habilidades
e atitudes (C.H.A.), que na sua manifestação produzem uma atuação diferenciada.
Competência, é um conjunto de situações, que baseadas no conceito C.H.A., determinam a excelência da execução de uma tarefa.
Portanto, é interessante pensar que se algum destes três fatores (C.H.A.) estão fora de sintonia, o resultado dos nossos objetivos poderá ser comprometido, ou seja, a atitude tomada sem a base dos conceitos anteriores, não será vista com a mesma grandeza.
E o que isso tem haver com Planejamento de Carreira?
C – Conhecimento é a base para qualquer atividade profissional, seja ela na Área de Humanas, Exatas ou Biológicas.
H – As habilidades são adquiridas no decorrer do exercício da base de conhecimento.
A – E por último, as atitudes, que são as consequências executadas a partir do Conhecimento e das Habilidades.
Portanto, é primordial que pensemos bem antes de tomar uma decisão no que diz respeito ao nosso futuro profissional. É possível que façamos escolhas erradas inicialmente, ou que pensemos em diversas áreas de atuação, pois é natural do ser humano ter afeição por diversas áreas em função das situações que ele é vivencia. Porém o segredo está na busca diária do conhecimento natural de nossas aptidões, do dote dado por natureza, pois só assim poderemos criar uma situação de paixão e prazer e ter um sentido para o nosso despertar diário e a satisfação de terminar o dia com o sentimento de missão cumprida.
Definir um Planejamento não é fácil e temos que nos preparar para situações que irão nos causar medo, situações que irão pedir de nós muito mais comprometimento e disciplina. Mudanças são inevitáveis e precisamos estar atentos aos benefícios que elas podem nos trazer.
Criar um Planejamento não quer dizer que devemos traçar um objetivo e não olhar para as situações que estão a nossa volta. Na condição de se por em prática o que foi definido no Planejamento, é importante que algumas mudanças aconteçam, pois mostra que temos habilidades para nos adequar a situações novas, e a análise dessa situação bem como a integração com os objetivos do planejamento, podem trazer resultados mais benéficos do que o pensado anteriormente.
Existem muitas pessoas escolhendo as suas atividades profissionais sem planejamento. Muitas vezes por que precisam de uma colocação no mercado de trabalho, ou por que não conseguem uma oportunidade melhor, e outras por que tem a oportunidade de crescer em uma empresa no qual já trabalha e recebe uma promoção.
Mais uma vez insisto, é importante fazer a sua análise interior e compreender que você é responsável por sua vida e que você pode controlar as situações ao seu redor, desde que se empenhe e crie habilidade para isso.
A grande diferença entre Aptidão e Competência, está no modo que nós seres humanos, compreendemos as situações como um todo e como essas situações irão fluir, com mais facilidade, ou com maior dificuldade.
É muito mais difícil conhecer as nossas aptidões do que nos tornarmos competentes em algo, pois como eu disse anteriormente, é necessária uma auto-análise e a preocupação em encontrá-las, e que a competência é algo que adquirimos com o tempo, com nossa experiência em nossas funções.
O exercício de análise interior lhes proporcionará o prêmio da definição de suas aptidões, que será o que lhe trará prazer, lhe trará o desejo de seguir em frente e se dedicar, buscar a conhecimento rumo a excelência.
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27 de dez. de 2009
Qual é sua resolução de ano novo?
Escrito por Gustavo Vannucchi
Estava aqui tentando pensar em como seria a primeira mensagem de ano novo que daria para as comunidades Executivos Brasil. Depois de um ano de tantas incertezas devido a "maledetta "crise, tudo o que desejamos é que as coisas sejam melhores.
Mas o que fazer para que as coisas sejam realmente melhores?
Perder peso, voltar a fazer exercícios, fazer um curso, economizar mais, realizar esse e aquele projeto... Essa época do ano inspira esse tipo de pensamento. Então aí vai minha proposta:
Responda ao final deste "post" : Qual a sua resolução de ano novo? Aquela mais importante.
OK, pode ser que seja muito pessoal mas... tente traduzir de uma forma que sirva para todos.
No final do ano novo vamos revisitar todos os posts aqui deixados e ver o que realmente foi realizado!
Acho que essa é melhor forma de nossa comunidade com pouco mais de um ano de vida e quase 5000 membros de todo o Brasil desejar a todos um 2010 de grande sucesso.
Abraço forte e boas festas!
Gustavo Vannucchi
Coord. Executivos Brasil
Estava aqui tentando pensar em como seria a primeira mensagem de ano novo que daria para as comunidades Executivos Brasil. Depois de um ano de tantas incertezas devido a "maledetta "crise, tudo o que desejamos é que as coisas sejam melhores.
Mas o que fazer para que as coisas sejam realmente melhores?
Perder peso, voltar a fazer exercícios, fazer um curso, economizar mais, realizar esse e aquele projeto... Essa época do ano inspira esse tipo de pensamento. Então aí vai minha proposta:
Responda ao final deste "post" : Qual a sua resolução de ano novo? Aquela mais importante.
OK, pode ser que seja muito pessoal mas... tente traduzir de uma forma que sirva para todos.
No final do ano novo vamos revisitar todos os posts aqui deixados e ver o que realmente foi realizado!
Acho que essa é melhor forma de nossa comunidade com pouco mais de um ano de vida e quase 5000 membros de todo o Brasil desejar a todos um 2010 de grande sucesso.
Abraço forte e boas festas!
Gustavo Vannucchi
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7 de dez. de 2009
O Líder Contemporâneo Parte I : A IDENTIFICAÇÃO
Escrito por Luceli Mota.
Os tempos mudaram e percebemos isso todos os dias ao nos depararmos com:
- A velocidade da informação;
- A capacidade de obsolescência das tecnologias e equipamentos;
- Ao surpreendermo-nos com a capacidade que as novas gerações têm de aprender, muito rápido e naturalmente, a como lidar com todas estas mudanças e modernidades...
E aí vem uma pergunta a você que já rodou um tanto nesta estrada e se encontra em posição de liderança ou a caminho dela:
Você tem os hábitos necessários, se não indispensáveis, para um líder contemporâneo?
Bem, em primeiro lugar vamos nos alinhar em relação ao significado da palavra HÁBITO e nada melhor que a hábil definição de Stephen Covey PhD, em seu livro “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, onde diz: O Hábito é a interseção entre o conhecimento, a habilidade e o desejo, sendo que:
- O Conhecimento é o paradigma teórico;
- A Habilidade é o como fazer e
- O Desejo é a motivação – o querer fazer.
Assim sendo, partimos do princípio de que seus hábitos devem estar embasados em:
- Uma teoria sólida e atualizada;
- Que você esteja ciente das competências necessárias para “realizar” e que
- Conheça a si próprio suficientemente bem para saber como encontrar e manter a motivação necessária.
Parece complicado? Mas não é!
Basta ter visão e desejo em aprimorar-se e ser bom naquilo que faz - arregaçar as mangas e praticar.
Assim como fazemos na academia para ganhar músculos ou na quadra de tênis para melhorar o desempenho é necessário querer e treinar/praticar.
Busque conhecer-se, vá atrás de treinamentos, livros e profissionais que possam ajudá-lo a conhecer a si próprio e a compreender seu “modus operandis”.
Conhecer-se bem trás autonomia sobre suas capacidades e emoções e é o primeiro passo para você compreender e reconhecer também os que estão a sua volta, seja no trabalho, em casa e nas ruas!
Faça isso e estará pronto para continuarmos esta conversa no próximo post O Líder Contemporâneo Parte II.
Relate aqui suas experiências e nos encontraremos aqui nos próximos dias.
Até breve!
Luceli Mota é Coach de Vida e Carreira, especializada em Comportamento, Liderança, Criatividade e Planejamento de Vida e Carreira. Formada em Letras e Tradução pela PUC Campinas e Pós Graduada em Medicina Comportamental pela Escola Paulista de Medicina
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