Escrito por Marcelo Fernandes.
É quase uma unanimidade, o Brasil é o país do futuro. No entanto, essa frase vem sendo repetida faz 50 anos por governantes de diversas gerações.
Nunca estivemos tão perto e ao mesmo tão longe de nos tornarmos um país de primeiro mundo.
Existem diversos aspectos que precisam ser discutidos para que isso ocorra, mas aqui eu vou focar apenas em um ligado ao marketing. Nossa Imagem está em xeque!!
Isso não é uma campanha, pois não sou candidato. Se fosse, seria mais firme nas afirmações contra a chineização da nossa sociedade, mas isso fica para outro post!
O fato é que abri discussões no Linked In sobre qual é e como melhorar a imagem do Brasil no exterior.
Depois de quase 170 longos comentários, a opinião é geral. Samba, mulher e futebol ainda predominam vastamente e no âmbito dos negócios alguns tem uma opinião melhor formada.
Como resolver este problema? Precisamos mostrar nosso país por nossa visão, trazendo a tona nosso melhor e tudo isso começa pelo turismo. Este atraí divisas e interesse por parte de empresários e pessoas comuns que investem e gastam aqui, uma vez que percebam as oportunidades que existem.
Chega dos programas de TV a cabo sensacionalistas produzidos por extrangeiros, que os sonorizam com música caribenha e mostram invasões da polícia em favelas como se fossem caçadas na África.
É preciso que tomemos o controle sobre a informação e que os empresários percebam que apoiar iniciativas de promoção no exterior, se reverterá em benefícios para seu negócio.
Filmes e produção de material sobre os EUA sempre tem dinheiro e a filosofia de produção transforma guerra e crime em coisas “bonitas” de se ver, sempre mostrando a qualidade que eles desejam transmitir.
Somente 5 milhões de turistas visitam o Brasil por ano. Na Itália por exemplo, são 40 milhões. Esses turistas gastam aqui pouco menos de USD 5 Bilhões, enquanto brasileiros gastam cerca de USD 12 Bilhões no exterior.
E por que será? Certamente um problema de imagem e de falta de promoção correta no exterior, aliada a um misto de arrogância e ignorância que assola boa parcela do povo Brasileiro.
Essa combinação nos leva a crer que somos inferiores e a auto afirmação surge com frases como “somos os mais criativos”, “o melhor país do mundo”, etc. Essas verdades que são pregadas pela sabedoria popular são apenas populares, pois de sabedoria não tem nada. Não somos nem melhores nem piores do que ninguém, apenas temos que resolver muitos problemas.
Estive em 20 países e recentemente gravei 2 programas de TV na África do Sul, país mais pobre que o nosso. No entanto, a qualidade dos serviços, a limpeza das cidades, a qualidade dos aeroportos me fez perceber que o Brasil terá que suar muito a camisa para chegar naquele patamar.
Espero que além da infra estrutura, se invista no inglês para que possamos quebrar a barreira de idioma entre nosso país e o mundo.
Eu criei um projeto para promoção do Brasil no exterior, mas este depende da iniciativa privada para acontecer. Já obtive apoio de algumas secretarias de turismo.
Convido você a divulgar e conhecer este projeto:
Meu "Brazil" Brasileiro
Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.
Reportagens sobre Desenvolvimento de Carreira
Notícias para Empreendedores
Notícias sobre Mídia e Marketing
21 de out. de 2010
14 de out. de 2010
Jornalista ou Marketeiro, quem chega primeiro?
Escrito por Marcelo Fernandes
Tradicionalmente, muitas empresas tratam marketing e relações públicas como duas áreas diferentes. Uma sempre focada em gerar promoção, novos produtos, exposição da marca, novos clientes e mercados. A outra buscando assunto dentro das organizações para gerar pautas, que possam alimentar jornalistas, na esperança de que esses produzam conteúdo sobre a empresa.
Neste processo fica clara a existência de muitos filtros, entre a mensagem que é criada pela área de marketing e a que muitas vezes é recebida pelo cliente.
Além disso muitos marketeiros não tem a habilidade de gerar uma comunicação objetiva, assim como muitos jornalistas não conseguem entender claramente as vertentes comerciais do negócio.O Marketing 2.0 representa uma mudança de paradigma, pois a internet possibilita com que as marcas possam se comunicar e ouvir diretamente a opinião de seus clientes.
Calma, embora o novo modelo imposto pela tecnolgia disponível mude conceitos, nem marketeiros e nem jornalistas perderão seu valor.Na verdade, para se destacar na internet o importante é ter conteúdo memorável e único para seus clientes.
Neste cenário, a parceria entre as duas áreas se torna mais crucial para o sucesso das empresas na web 2.0.
Assessores de imprensa (jornalistas) precisarão participar e entender mais a fundo os negócios das empresas e serão peças chave na elaboração de conteúdo, afinal essa é sua especialidade. Em contra partida, profissionais de marketing tem que pensar como editores e ouvir mais do que nunca seus clientes.
Só com essa nova combinação de fatores é que será possível gerar conteúdo com apelo único, baseado nas necessidades dos clientes e que o conduzam através do ciclo de compra.
Uma das ferramentas mais ricas para cumprir essa missão, é a produção de material em vídeo.
Afinal, Seu Conteúdo é seu Diferencial.
Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.
8 de out. de 2010
Dos 4Ps aos 4Cs do Marketing 2.0
Escrito por Marcelo Fernandes
Todos os profissionais de marketing estão habituados com os famosos 4Ps do Marketing. No entanto, a tecnolgia trouxe uma nova forma de vermos essa teoria onde agora o cliente é o centro nos 4Cs.
Embora essa seja a teoria clássica do Marketing, até seu criador Philip Kotler já começa a imaginar as mudanças de tais conceitos para o marketing digital, ou Marketing 2.0.
O marketing tradicional tem muito de seu conceito baseado na intrusão, ou seja, na comunicação e oferta de uma via. Essa via é a da marca para o cliente. Até então nunca houve a possibilidade de se ouvir o outro lado de forma tão ampla e irrestrita como a tecnologia nos possibilita agora.
Além disso, essa mesma tecnologia nos abre portas para que uma marca possa se comunicar com seus clientes de forma mais próxima. Esta proximidade significa fornecer informações que sejam relevantes e convenientes ao cliente, em seu processo de decisão de compra.
Desenvolver conteúdo para seu site não é somente uma questão de melhorar seu SEO – Search Engine Optimization - mas sim de criar uma relação mais próxima com as demandas de seu mercado alvo.
Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.
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27 de set. de 2010
A Política da Casa é....!?!?
Escrito por Gustavo Vannucchi.
Para restaurantes, eu sou o tipo do cliente “Combinação Explosiva”:
O solícito senhor infelizmente foi mal preparado. Ninguém entra numa casa de lanches como aquela pra comer queijo quente, ou simplesmente pão com mais alface. Entra pra comer bem e ser bem atendido.
Aceitamos as sugestões. Pra minha esposa um Jack´s Burger (uma espécie de X-Salada com hambúrguer de picanha) e pra mim um especial, ou seja, eu mesmo montei meu próprio lanche com hambúrguer de soja, cheddar, champignon cebola frita ao molho no pão com gergelim. Pedimos ainda fritas Big Jack´s e um Smoothie Bahamas. Sergio também trouxe à mesa maionese de alho com alho poro e a maionese da casa, com salsinha, para degustar.
Um jantar como esse não custa pouco, mas tampouco é caro. A conta de em torno de R$ 70,00 é o que gastaria em uma pizzaria ou uma churrascaria para dois.
Saímos de lá contentes por termos achado um lugar onde voltaremos diversas vezes e levaremos amigos, alguns deles, vegetarianos. Eu, pessoalmente, contente por fazer parte de uma história que é o “B A =BA” do marketing. Sempre ouça o que seus clientes têm a dizer ou você vai acabar falando sozinho.
Você já teve alguma experiência semelhante?
Abraço a todos;
Gustavo Vannucchi
Quem nunca invejou aqueles críticos de comida, restaurantes, que vão nos lugares mais badalados, são paparicados e ainda comem de graça?
Por outro lado, quem é que nunca se levantou de uma mesa de restaurante e foi embora minutos após chegar porque não estava sendo bem atendido?
Pois essa é história que faço questão de dividir com você:
Para restaurantes, eu sou o tipo do cliente “Combinação Explosiva”:
1 – Sou profissional de marketing e vendas;
2 – Sou bom cozinheiro amador, casado com ótima cozinheira e padeira, filho de cozinheira profissional;
3 – Sou vegetariano;
4 – Não tenho vergonha de reclamar.
Tudo isso junto faz minha vida de ir a restaurantes um pouco mais difícil.
Estive em uma conhecida casa de lanches em Barão Geraldo (Campinas), cujos pratos custam muito acima da média e isso se justifica por um cardápio de alta qualidade.
A casa aparenta seguir padrões internacionais mas deixa a desejar quando se esquece de incluir opções de Hambúrguer mais saudáveis como os de vegetais ou de peixe.
Chamei o garçom e perguntei:
- vocês não têm nenhuma opção de hambúrguer vegetariano?
- Ahhh, olha, a gente pode fazer um queijo quente pro senhor! Ou então, eu tiro o hambúrguer e coloco mais alface!
- (...)
O solícito senhor infelizmente foi mal preparado. Ninguém entra numa casa de lanches como aquela pra comer queijo quente, ou simplesmente pão com mais alface. Entra pra comer bem e ser bem atendido.
Agradeci, levantei-me e fui embora, mas não sem antes passar pelo caixa e falar com duas senhoras que, aparentemente, são proprietárias, e sugeri:
- minha sugestão é que vocês tenham no freezer alguns desses hambúrgueres de soja. Quando aparecer um cliente como eu, com restrições alimentares, você poderá servir. Custa quase nada e deixa o cliente feliz!
A resposta foi:
- desculpe, mas essa não é a política da casa.
Pra mim ficou claro. A “política da casa” é não dar ouvido aos clientes.
Alguns dias depois...
Dias depois, no caminho pra casa notei que um famoso ponto comercial está em reforma para abrigar uma nova Hamburgueria Big Jack (www.bigjackhamburgueria.com.br) e corri pra Internet pra ver o cardápio deles. Sem encontrar a alternativa que buscava, cliquei em Contato e mandei uma mensagem, sugerindo com bom humor que para o Jack ser Big, tem que oferecer aos clientes opções de Hambúrguer vegetal, como muitas das grandes casas do ramo no mundo.
Poucos dias depois recebi uma ligação da assessoria de impressa deles pedindo desculpas pelo mal entendido e explicando que apesar de o cardápio não dizer (desatualizado), a casa oferece não só um delicioso Hambúrguer de soja como também um de Salmão. Não parou por aí, me convidou para ir até lá experimentar as delícias a convite da casa.
Uma semana mais tarde minha esposa, filha e eu fomos recebidos por Sérgio, o garçom. A gerente muito gentil veio mais tarde se apresentar também. O local segue o modelo americano, cheio de imagens de ídolos da Hollywood dos anos 50 e 60.
![]() |
| Meu Hamburguer Vegetal. |
Aceitamos as sugestões. Pra minha esposa um Jack´s Burger (uma espécie de X-Salada com hambúrguer de picanha) e pra mim um especial, ou seja, eu mesmo montei meu próprio lanche com hambúrguer de soja, cheddar, champignon cebola frita ao molho no pão com gergelim. Pedimos ainda fritas Big Jack´s e um Smoothie Bahamas. Sergio também trouxe à mesa maionese de alho com alho poro e a maionese da casa, com salsinha, para degustar.
Um jantar como esse não custa pouco, mas tampouco é caro. A conta de em torno de R$ 70,00 é o que gastaria em uma pizzaria ou uma churrascaria para dois.
Saímos de lá contentes por termos achado um lugar onde voltaremos diversas vezes e levaremos amigos, alguns deles, vegetarianos. Eu, pessoalmente, contente por fazer parte de uma história que é o “B A =BA” do marketing. Sempre ouça o que seus clientes têm a dizer ou você vai acabar falando sozinho.
Você já teve alguma experiência semelhante?
Abraço a todos;
Gustavo Vannucchi
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16 de set. de 2010
A construção de sua marca pessoal.
Escrito por Gustavo Vannucchi
Aqui no Linked In eu sou constantemente questionado sobre como se apresentar nas redes sociais. Não sou nenhum expert no assunto mas me veio à memória algo que já havia lido antes em outro lugar que me motivou a criar o Executivos Brasil.
A idéia da marca pessoal nasceu em torno desde 1977, quando Tom Peters escreveu um artigo chamado "a marca chamada você" para a revista Fast Company. Esse artigo foi citado por uma antiga colega de trabalho que o estudara na faculdade. Imagino que pra época, o conceito fosse bastante avançado.
Uma marca pessoal não se trata de um currículo, de um título, de uma experiência Marca pessoal é aquilo que o faz único, que lhe proporciona características que o destaquem dos demais e que assim sejam percebidas. É claro que sua história, seu estudo, sua família ajudam a construir essa marca. Mas não é o aspecto concreto de sua vida que cria sua marca, não há uma fórmula exata.
Pense na experiência de marca do consumidor. O que torna diferente um computador da Apple de um computador da Sony? O Carrefour do Extra? Essas marcas se sustentam sobre as expectativas e experiências de milhares de consumidores, criando uma personalidade única. Sua marca pessoal precisa transmitir essa mesma sensação de singularidade.
Quando você se candidata a um trabalho, sua experiência profissional e credenciais devem justificar sua candidatura e sua pretensão salarial. Para ser selecionado, por tanto, você tem que possuir um conjunto específico de habilidades a serem considerados para o cargo. O que vai fazer você se destacar são as características de vão além das qualificações.
Um Blog que vale a pena conhecer, escrito por Megan Koehler, é o ContempoResume. Em um de seus posts, cujo link se encontra no final deste texto, ela explica o que ela chama de "Os Cinco Ps do Branding Pessoal."
Quando você se candidata a um trabalho, sua experiência profissional e credenciais devem justificar sua candidatura e sua pretensão salarial. Para ser selecionado, por tanto, você tem que possuir um conjunto específico de habilidades a serem considerados para o cargo. O que vai fazer você se destacar são as características de vão além das qualificações.
Um Blog que vale a pena conhecer, escrito por Megan Koehler, é o ContempoResume. Em um de seus posts, cujo link se encontra no final deste texto, ela explica o que ela chama de "Os Cinco Ps do Branding Pessoal."
1. Personalidade - Todo mundo tem uma. O exercício a ser feito aqui é saber enxergá-la dentro de si mesmo e defini-la.
2. Percepção - Como você é percebido? Pergunte a alguns colegas de confiança. Evite amigos, parentes. Pergunte se há áreas em que você pode melhorar.
3. Paixão - O que motiva você? Você gosta de olhar para formas diferentes de fazer as coisas? Você é uma pessoa popular? O que torna a sua vida completa?
4. Presença - Como você se apresenta? A idéia aqui não é saber como é percebido mas sim como você se projeta. Pense em tudo. Sorriso, aparência, assunto, postura, etc.
2. Percepção - Como você é percebido? Pergunte a alguns colegas de confiança. Evite amigos, parentes. Pergunte se há áreas em que você pode melhorar.
3. Paixão - O que motiva você? Você gosta de olhar para formas diferentes de fazer as coisas? Você é uma pessoa popular? O que torna a sua vida completa?
4. Presença - Como você se apresenta? A idéia aqui não é saber como é percebido mas sim como você se projeta. Pense em tudo. Sorriso, aparência, assunto, postura, etc.
5. Princípios – Quais são seus princípios? Quais são seus valores éticos, morais?
Ao responder essas questões você estará dando um grande passo para dominar sua marca pessoal. Agora basta (como se fosse fácil...) encontrar uma forma de compreender, compactar e imprimir isso de uma forma simples e sincera em cada uma de suas atitudes sociais.
Não perca a chance de deixar sua marca evidente nas comunidades sociais das quais participa, no seu Blog, no seu currículo e até no seu aperto de mão.
Agora é sua vez. Deixe aqui no Blog seu comentário.
Abraço;
Gustavo Vannucchi
Coord. Executivos Brasil
Link para o Blog de onde tirei os 5 Os do Branding Pessoal (em Inglês):
http://contemporesume.wordpress.com/2010/09/06/the-five-p%E2%80%99s-of-personal-branding/
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Gustavo Vannucchi
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