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2 de fev. de 2011

Dica: você é qualificado para contratar um estagiário? (parte 1 de 2)


Escrito por Gustavo Vannucchi

Por esses dias, aqui na empresa, estive entrevistando candidatos a uma vaga de estágio em Relações  Públicas. Basicamente será meu assistente. Eu pessoalmente acho a vaga muito interessante para um aluno da área pois as funções que serão desempenhadas são realmente ligadas ao interesse profissional de alguém que quer mesmo seguir carreira nessa profissão.

Preocupado em não contratar a pessoa errada ou então oferecer uma oportunidade que realmente seja atraente a jovens dedicados a um plano de carreira, escrevi o seguinte texto para servir como referência para mim e porque não, para que mais possa interessar. É baseado em uma breve pesquisa que fiz por vários websites na internet e com a consultora do CIEE de Campinas. (www.ciee.org.br)

Se você está pensando em contratar um estagiário, aqui estão algumas questões a considerar.

Você tem o tempo, o temperamento e as habilidades necessárias para supervisionar e treinar um estagiário?

O treinamento é uma arte com um pouco de ciência. Embora haja todo um gênero de "formação de formadores", a maioria de nós sabe instintivamente se somos bons em traduzir o que fazemos em passos simples que possam ser passados para outros. Eu realmente gosto de treinar pessoas, mas é preciso paciência, o que muitos não tem. Se você sentir que não será capaz de transmitir o que você faz para alguém, então contratar estagiários talvez não seja pra você.

Você ou sua empresa podem oferecer um ambiente de trabalho profissional?

Isso pode ser complicado para aqueles cujo trabalho é desenvolvido em um ambiente de estrutura muito simples. Se você espera que o estagiário não se importe de usar a mesa que sobrou no almoxarifado e aquele computador que vive travando só porque ele é um iniciante já começou mal. O estagiário faz uma faculdade onde aprende tudo como deve ser e espera encontrar em uma empresa um espelho disso.  O que significa que você precisa disponibilizar uma estação de trabalho e acesso às ferramentas adequadas.

 
Você pode pagar um estagiário?

Antes de mais nada lembre-se que estagiário não é sinônimo de mão de obra barata. Um estagiário se paga com ajuda de custo e com uma experiência valiosa para seu futuro profissional. O valor a ser pago em dinheiro pode variar de muito pouco para muito assim como a experiência que irá adquirir, o que conta no final é a soma desses dois itens. Se não pode configurar uma boa situação de aprendizagem e uma ajuda de custo satisfatórios é melhor não oferecer a vaga de estágio. Uma dica aqui, foi o que fizemos na empresa onde trabalho. Consulte o CIEE e te ajudarão a formalizar legalmente todos os estágios burocráticos e financeiros da contratação de um estagiário.

Você tem uma tarefa ou projeto que seria adequado dar um estagiário?

Estagiários, assim como profissionais experientes, podem responder melhor ou pior a funções diferentes. É importante determinar quais as áreas em que este estudante atuará e qual o seu nível de envolvimento e liberdade. Lembre-se que nenhuma tarefa realizada por um estagiário pode ser 100% livre de supervisão aos mesmo tempo que não se deve supervisionar 100% do que o estagiário faz com o rigor que se aplicaria a um profissional.  Com o passar do tempo reflita sobre o progresso do estagiário e eleve ou diminua sua independência para executar aquelas tarefas.

Se você respondeu positivamente a todas as anteriores, então você provavelmente é um bom candidato para supervisionar um estagiário. 


No próximo post, já com o resultado das entrevistas com um estagiário contratado, escreverei minhas conclusões sobre como proceder com a seleção do estagiário.


Gustavo Vannucchi
Coordenador do Executivos Brasil
Gerente de Marketing e Treinamento na Di Brescia Perfumes e Cosméticos.

13 de jan. de 2011

Você tem um colega ou chefe assim assim?

Sabe aquele seu colega que as vezes fala em voz alta....:

- Ué? Onde foi parar aquele documento do Word?

ou então...

- Como é que faz mesmo pra achar aquele Google Maps?

Ou então aquele chefe que te chama na mesa dele com urgência e quando você está lá ele diz:

-  Esse computador tem algum problema  ! Minha internet não quer funcionar!!!

Bom, veja o video a seguir e... desabafe:


22 de dez. de 2010

Boas Festas!

Fim de ano é uma época diferente. Cada um a vê de uma forma.

Esse ano minhas festas serão especiais.

Meus últimos 5 natais passei longe da família aqui no Brasil mas perto de outros parentes, velhos e novos amigos em outras partes de mundo. As vezes me sentido um pouco solitário, mas sempre bem acompanhado.

Este ano será especial. 5 períodos de festas depois, estou perto de meus familiares, velhos e novos amigos nessa nossa parte do mundo. Reuniremos em nossa casa pela primeira vez a mais jovem da família, minha filha de 9 meses, com os mais velhos, meus avós com 90 e 93 anos.

Se 2010 termina assim, nem precisa dizer que 2011 começa muito bem.

Divido esse breve trecho da minha vida pois desejo que todos, membros dos grupos Executivos Brasil, leitores ocasionais e amigos virtuais que estão lendo este post agora, encontrem dentro de sí um motivo para agradecer pelo ano que passa e para fazer do ano que vem mais um motivo para comemorar no futuro.

Volto em janeiro com energias renovadas para atualizar o Blog.

Abraço a todos;

Gustavo Vannucchi
Coord. Executivos Brasil

9 de dez. de 2010

Cortar o Cafezinho como medida de economia. Vale a pena?

Escrito por Aristides Girardi


Este tema é polêmico, apaixonante e atual. Alguns gestores usam o símbolo do corte do cafézinho para desfraldar a bandeira do corte nos gastos administrativos e buscar reverter o resultado do balanço no final do mes. Há casos em que os gestores até conseguiram alcançar um certo resultado imediato, mas no longo prazo, a política se mostrou ineficiente.

Tirar o cafézinho, onde o hábito já está instalado, com o discurso de cortar gastos simplesmente, pode ter resultado totalmente nulo, além de estimular o surgimento de uma série de sentimentos negativos no ambiente, como por exemplo sensação de perda, imposição de autoridade, não valorização de um ambiente com qualidade, entre outros. Como diria o filósofo, cortar o cafezinho é como dar um "tiro" no próprio pé, e o pior ainda é quando o "tiro" sai pela culatra.

Veja no vídeo a seguir o bate-papo interessante que tive com a jornalista da TV Record Kelley Ambrósio sobre o assunto:




Sou contra cortar o cafezinho para reduzir gastos, este é um argumento que naufrága diante de outras mazelas administrativas praticadas na grande maioria das empresas e que não trazem um benefício correspondente ao benefício do cafézinho que queiramos ou não, mexe com a auto estima do bebedor de cafezinho.

Sou a favor do corte de horas extras nas empresas, algumas não imaginam o mal que estão fazendo para os seus funcionários, não calculam o custo absurdo das horas extras na folha de pagamento, e ainda não avaliam o "estrago" que uma equipe trabalhando no limite pode fazer com os resultados de balanço de uma empresa.

É cultural tomar cafézinho no Brasil e em muitos outros países do mundo. Existe ainda uma estratégia já praticada por muitas empresas onde o consumo de café é muito alto em virtude do grande número de funcionários, onde o cafézinho é subsidiado pelo funcionário e as opções são mais variadas e a qualidade e a higiêne acima da média.

Se você é contra ou a favor do corte do cafézinho para reduzir os gastos nas empresas, se manifeste.

Leia este e outros textos de Aristides no blog http://falecomoheadhunter.blogspot.com/

Aristides Girardi é CEO da Starhunter  e membro do grupo Executivos Brasil.

6 de nov. de 2010

Saúde Financeira



por Luceli Mota

Olá meus caros amigos, aqui estou eu novamente e desta vez sugerindo um tema um tanto quanto polêmico, afinal de contas o que não faltam são crenças diversificadas a respeito do dinheiro, não é mesmo?
Alguns possivelmente digam:
- “Falar de dinheiro, mas que tema mais descabido!”
- Outros talvez se sintam desconfortáveis e prefiram nem ler o artigo;
- Outros ainda podem pensar: ”isso não é prioridade em minha vida... ”
- Outros vão se interessar rapidamente, porque aproveitam todas as oportunidades para saber como aumentar seus ativos e colocar seu dinheiro para trabalhar por si...
Enfim, todas as alternativas acima estão corretas!!!
O que é dizer, cada um tem sua própria relação com a questão e não nos cabe aqui julgar.
Meu objetivo, como Coach e Especialista Comportamental, é passar a vocês uma oportunidade de reflexão sobre o tema e compartilhar dicas interessantes e poderosas para operar mudanças em seu comportamento, paradigmas, hábitos e pontos de vista, se assim desejarem! 
A Saúde de sua vida Financeira!
Por que este termo Saúde para a questão financeira?
Porque assim como os outros campos de nossa vida, o dinheiro faz parte das nossas necessidades básicas: de moradia, alimentação, vestimenta, instrução e lazer. Sentimo-nos equilibrados ou desequilibrados dependendo, também, de como está esta relação em nossas vidas.
Para entender esta afirmação, vamos refletir sobre os pilares de nosso bem estar e qualidade de vida:
- Estarmos em equilíbrio nos nossos relacionamentos pessoais, profissionais e conosco próprios.
- Estarmos em equilíbrio na nossa saúde física: Hábitos Alimentares Saudáveis e atividade física, prazerosa e regular.
- Estarmos congruentes com nossa missão de vida e cientes de nossos objetivos – ou seja, saber aonde quer chegar e checar se está no caminho certo para isso.
Para tanto, o dinheiro se faz necessário. Quanto dele? Isso depende das escolhas de vida de cada um e não é o que vamos discutir aqui. A minha proposta é para que pensem em como é sua relação com suas finanças e quão saudável está. Para isso sugiro algumas reflexões básicas:
>> Como é sua relação com o dinheiro?
>> O que lhe foi ensinado a respeito, ou seja, em que você acredita com relação ao dinheiro?
>> Você sabe administrar bem suas finanças?
>> Você sabe fazer seu dinheiro trabalhar por você?
É poderoso tomarmos consciência se nossas “Crenças”, aquilo que nos foi ensinado com relação a um determinado assunto, e que neste caso é a relação com o dinheiro, estão sendo motivadoras ou limitantes na condução de suas vidas.
Na nossa cultura não existia uma educação formal na administração de nossas finanças pessoais e coloco assim no passado, porque acredito que isso esteja começando a se modificar, já ouço falar de algumas escolas e trabalhos assistenciais que começam a introduzir a “Educação Financeira” em suas organizações. Felizmente.
Porém, para a nossa geração e daqueles que estão iniciando hoje sua vida profissional, não houve uma educação formal a respeito de como administrar bem seu dinheiro e fazê-lo trabalhar, também, por você. Você trabalha para fazer o dinheiro e sabe como fazê-lo trabalhar por você a partir de boas e conscientes escolhas de investimentos. Esse é o ideal!
Meu objetivo a partir deste texto é motivá-lo a refletir a respeito do assunto e fazer um balanço de como está este tema em sua vida.
Está em equilíbrio? Você sabe aonde quer chegar e está cuidando de suas finanças para que ela esteja saudável com você nesta jornada?
Caso sim, excelente! Ajude outros a sua volta a fazerem o mesmo.
Caso não, deixo aqui a dica de começarem a pensar sobre as crenças a serem modificadas a respeito disso e buscarem as literaturas básicas que ajudarão neste processo, bem como, treinamentos com profissionais sérios e experientes no assunto e que muito podem colaborar neste seu desenvolvimento.
Prestem Atenção ao assunto, isso é sério!!
Espero ter ajudado e estou à disposição!
Grande Abraço e até breve.
Aguardo seus comentários e dúvidas!
Luceli

link sugerido pela autora: http://www.youtube.com/watch?hl=en&v=kyL2Q-dZOMA&gl=US

Luceli Mota é Coach de Vida e Carreira, Consultora de RH, especializada em Comportamento, Liderança e Inovação. Gestora do Coaching Financeiro do Instituto Ricardo Melo em Campinas. Formada em Letras e Tradução pela PUCC e Pós Graduada em Medicina Comportamental pela Escola Paulista de Medicina.