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13 de jan. de 2011

Você tem um colega ou chefe assim assim?

Sabe aquele seu colega que as vezes fala em voz alta....:

- Ué? Onde foi parar aquele documento do Word?

ou então...

- Como é que faz mesmo pra achar aquele Google Maps?

Ou então aquele chefe que te chama na mesa dele com urgência e quando você está lá ele diz:

-  Esse computador tem algum problema  ! Minha internet não quer funcionar!!!

Bom, veja o video a seguir e... desabafe:


22 de dez. de 2010

Boas Festas!

Fim de ano é uma época diferente. Cada um a vê de uma forma.

Esse ano minhas festas serão especiais.

Meus últimos 5 natais passei longe da família aqui no Brasil mas perto de outros parentes, velhos e novos amigos em outras partes de mundo. As vezes me sentido um pouco solitário, mas sempre bem acompanhado.

Este ano será especial. 5 períodos de festas depois, estou perto de meus familiares, velhos e novos amigos nessa nossa parte do mundo. Reuniremos em nossa casa pela primeira vez a mais jovem da família, minha filha de 9 meses, com os mais velhos, meus avós com 90 e 93 anos.

Se 2010 termina assim, nem precisa dizer que 2011 começa muito bem.

Divido esse breve trecho da minha vida pois desejo que todos, membros dos grupos Executivos Brasil, leitores ocasionais e amigos virtuais que estão lendo este post agora, encontrem dentro de sí um motivo para agradecer pelo ano que passa e para fazer do ano que vem mais um motivo para comemorar no futuro.

Volto em janeiro com energias renovadas para atualizar o Blog.

Abraço a todos;

Gustavo Vannucchi
Coord. Executivos Brasil

9 de dez. de 2010

Cortar o Cafezinho como medida de economia. Vale a pena?

Escrito por Aristides Girardi


Este tema é polêmico, apaixonante e atual. Alguns gestores usam o símbolo do corte do cafézinho para desfraldar a bandeira do corte nos gastos administrativos e buscar reverter o resultado do balanço no final do mes. Há casos em que os gestores até conseguiram alcançar um certo resultado imediato, mas no longo prazo, a política se mostrou ineficiente.

Tirar o cafézinho, onde o hábito já está instalado, com o discurso de cortar gastos simplesmente, pode ter resultado totalmente nulo, além de estimular o surgimento de uma série de sentimentos negativos no ambiente, como por exemplo sensação de perda, imposição de autoridade, não valorização de um ambiente com qualidade, entre outros. Como diria o filósofo, cortar o cafezinho é como dar um "tiro" no próprio pé, e o pior ainda é quando o "tiro" sai pela culatra.

Veja no vídeo a seguir o bate-papo interessante que tive com a jornalista da TV Record Kelley Ambrósio sobre o assunto:




Sou contra cortar o cafezinho para reduzir gastos, este é um argumento que naufrága diante de outras mazelas administrativas praticadas na grande maioria das empresas e que não trazem um benefício correspondente ao benefício do cafézinho que queiramos ou não, mexe com a auto estima do bebedor de cafezinho.

Sou a favor do corte de horas extras nas empresas, algumas não imaginam o mal que estão fazendo para os seus funcionários, não calculam o custo absurdo das horas extras na folha de pagamento, e ainda não avaliam o "estrago" que uma equipe trabalhando no limite pode fazer com os resultados de balanço de uma empresa.

É cultural tomar cafézinho no Brasil e em muitos outros países do mundo. Existe ainda uma estratégia já praticada por muitas empresas onde o consumo de café é muito alto em virtude do grande número de funcionários, onde o cafézinho é subsidiado pelo funcionário e as opções são mais variadas e a qualidade e a higiêne acima da média.

Se você é contra ou a favor do corte do cafézinho para reduzir os gastos nas empresas, se manifeste.

Leia este e outros textos de Aristides no blog http://falecomoheadhunter.blogspot.com/

Aristides Girardi é CEO da Starhunter  e membro do grupo Executivos Brasil.

6 de nov. de 2010

Saúde Financeira



por Luceli Mota

Olá meus caros amigos, aqui estou eu novamente e desta vez sugerindo um tema um tanto quanto polêmico, afinal de contas o que não faltam são crenças diversificadas a respeito do dinheiro, não é mesmo?
Alguns possivelmente digam:
- “Falar de dinheiro, mas que tema mais descabido!”
- Outros talvez se sintam desconfortáveis e prefiram nem ler o artigo;
- Outros ainda podem pensar: ”isso não é prioridade em minha vida... ”
- Outros vão se interessar rapidamente, porque aproveitam todas as oportunidades para saber como aumentar seus ativos e colocar seu dinheiro para trabalhar por si...
Enfim, todas as alternativas acima estão corretas!!!
O que é dizer, cada um tem sua própria relação com a questão e não nos cabe aqui julgar.
Meu objetivo, como Coach e Especialista Comportamental, é passar a vocês uma oportunidade de reflexão sobre o tema e compartilhar dicas interessantes e poderosas para operar mudanças em seu comportamento, paradigmas, hábitos e pontos de vista, se assim desejarem! 
A Saúde de sua vida Financeira!
Por que este termo Saúde para a questão financeira?
Porque assim como os outros campos de nossa vida, o dinheiro faz parte das nossas necessidades básicas: de moradia, alimentação, vestimenta, instrução e lazer. Sentimo-nos equilibrados ou desequilibrados dependendo, também, de como está esta relação em nossas vidas.
Para entender esta afirmação, vamos refletir sobre os pilares de nosso bem estar e qualidade de vida:
- Estarmos em equilíbrio nos nossos relacionamentos pessoais, profissionais e conosco próprios.
- Estarmos em equilíbrio na nossa saúde física: Hábitos Alimentares Saudáveis e atividade física, prazerosa e regular.
- Estarmos congruentes com nossa missão de vida e cientes de nossos objetivos – ou seja, saber aonde quer chegar e checar se está no caminho certo para isso.
Para tanto, o dinheiro se faz necessário. Quanto dele? Isso depende das escolhas de vida de cada um e não é o que vamos discutir aqui. A minha proposta é para que pensem em como é sua relação com suas finanças e quão saudável está. Para isso sugiro algumas reflexões básicas:
>> Como é sua relação com o dinheiro?
>> O que lhe foi ensinado a respeito, ou seja, em que você acredita com relação ao dinheiro?
>> Você sabe administrar bem suas finanças?
>> Você sabe fazer seu dinheiro trabalhar por você?
É poderoso tomarmos consciência se nossas “Crenças”, aquilo que nos foi ensinado com relação a um determinado assunto, e que neste caso é a relação com o dinheiro, estão sendo motivadoras ou limitantes na condução de suas vidas.
Na nossa cultura não existia uma educação formal na administração de nossas finanças pessoais e coloco assim no passado, porque acredito que isso esteja começando a se modificar, já ouço falar de algumas escolas e trabalhos assistenciais que começam a introduzir a “Educação Financeira” em suas organizações. Felizmente.
Porém, para a nossa geração e daqueles que estão iniciando hoje sua vida profissional, não houve uma educação formal a respeito de como administrar bem seu dinheiro e fazê-lo trabalhar, também, por você. Você trabalha para fazer o dinheiro e sabe como fazê-lo trabalhar por você a partir de boas e conscientes escolhas de investimentos. Esse é o ideal!
Meu objetivo a partir deste texto é motivá-lo a refletir a respeito do assunto e fazer um balanço de como está este tema em sua vida.
Está em equilíbrio? Você sabe aonde quer chegar e está cuidando de suas finanças para que ela esteja saudável com você nesta jornada?
Caso sim, excelente! Ajude outros a sua volta a fazerem o mesmo.
Caso não, deixo aqui a dica de começarem a pensar sobre as crenças a serem modificadas a respeito disso e buscarem as literaturas básicas que ajudarão neste processo, bem como, treinamentos com profissionais sérios e experientes no assunto e que muito podem colaborar neste seu desenvolvimento.
Prestem Atenção ao assunto, isso é sério!!
Espero ter ajudado e estou à disposição!
Grande Abraço e até breve.
Aguardo seus comentários e dúvidas!
Luceli

link sugerido pela autora: http://www.youtube.com/watch?hl=en&v=kyL2Q-dZOMA&gl=US

Luceli Mota é Coach de Vida e Carreira, Consultora de RH, especializada em Comportamento, Liderança e Inovação. Gestora do Coaching Financeiro do Instituto Ricardo Melo em Campinas. Formada em Letras e Tradução pela PUCC e Pós Graduada em Medicina Comportamental pela Escola Paulista de Medicina.

21 de out. de 2010

Meu "Brazil" Brasileiro

Escrito por Marcelo Fernandes.

É quase uma unanimidade, o Brasil é o país do futuro. No entanto, essa frase vem sendo repetida faz 50 anos por governantes de diversas gerações.



Nunca estivemos tão perto e ao mesmo tão longe de nos tornarmos um país de primeiro mundo.

Existem diversos aspectos que precisam ser discutidos para que isso ocorra, mas aqui eu vou focar apenas em um ligado ao marketing. Nossa Imagem está em xeque!!

Isso não é uma campanha, pois não sou candidato. Se fosse, seria mais firme nas afirmações contra a chineização da nossa sociedade, mas isso fica para outro post!

O fato é que abri discussões no Linked In sobre qual é e como melhorar a imagem do Brasil no exterior.

Depois de quase 170 longos comentários, a opinião é geral. Samba, mulher e futebol ainda predominam vastamente e no âmbito dos negócios alguns tem uma opinião melhor formada.

Como resolver este problema? Precisamos mostrar nosso país por nossa visão, trazendo a tona nosso melhor e tudo isso começa pelo turismo. Este atraí divisas e interesse por parte de empresários e pessoas comuns que investem e gastam aqui, uma vez que percebam as oportunidades que existem.

Chega dos programas de TV a cabo sensacionalistas produzidos por extrangeiros, que os sonorizam com música caribenha e mostram invasões da polícia em favelas como se fossem caçadas na África.

É preciso que tomemos o controle sobre a informação e que os empresários percebam que apoiar iniciativas de promoção no exterior, se reverterá em benefícios para seu negócio.

Filmes e produção de material sobre os EUA sempre tem dinheiro e a filosofia de produção transforma guerra e crime em coisas “bonitas” de se ver, sempre mostrando a qualidade que eles desejam transmitir.

Somente 5 milhões de turistas visitam o Brasil por ano. Na Itália por exemplo, são 40 milhões. Esses turistas gastam aqui pouco menos de USD 5 Bilhões, enquanto brasileiros gastam cerca de USD 12 Bilhões no exterior.

E por que será? Certamente um problema de imagem e de falta de promoção correta no exterior, aliada a um misto de arrogância e ignorância que assola boa parcela do povo Brasileiro.

Essa combinação nos leva a crer que somos inferiores e a auto afirmação surge com frases como “somos os mais criativos”, “o melhor país do mundo”, etc. Essas verdades que são pregadas pela sabedoria popular são apenas populares, pois de sabedoria não tem nada. Não somos nem melhores nem piores do que ninguém, apenas temos que resolver muitos problemas.

Estive em 20 países e recentemente gravei 2 programas de TV na África do Sul, país mais pobre que o nosso. No entanto, a qualidade dos serviços, a limpeza das cidades, a qualidade dos aeroportos me fez perceber que o Brasil terá que suar muito a camisa para chegar naquele patamar.

Espero que além da infra estrutura, se invista no inglês para que possamos quebrar a barreira de idioma entre nosso país e o mundo.

Eu criei um projeto para promoção do Brasil no exterior, mas este depende da iniciativa privada para acontecer. Já obtive apoio de algumas secretarias de turismo.

Convido você a divulgar e conhecer este projeto:
Meu "Brazil" Brasileiro

Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.