Reportagens sobre Desenvolvimento de Carreira

Notícias para Empreendedores

Notícias sobre Mídia e Marketing

9 de fev. de 2011

Mídias Sociais, Não é uma Brastemp!!

Escrito por Marcelo Fernandes.

Ficar calado neste universo, pode signifcar consentir tudo que falam sobre sua empresa.

Recentemente o vídeo abaixo circulou na internet, chegando até a ter uma matéria publicada no jornal "O Estado de SP".

A indignação de um cliente com os serviços de uma empresa gerou a atenção de mais de 450 mil pessoas, que assistiram as reclamações online. Certamente estes internautas comentaram ou assistiram com mais duas ou três pessoas e a audiência pode ter passado de 1 milhão.

O interessante é que campanhas recentemente geradas, como Fiesta Stories e Ariel, obtiveram menos da metade das visualizações.



Muitas empresas ainda se questionam sobre sua necessidade e alegam, "mídias sociais, isso não é para o meu negócio", quando pensam em abrir este novo canal de comunicação com seus clientes. Via de regra este receio é motivado pelo fato de acharem que, se deixarem o cliente falar terão que ouvir reclamações.

Este vídeo expressa de forma clara o poder do "boca a boca" e de que a falta de presença definida no ambiente online, pode significar um desastre nas relações da marca com seus consumidores. Clientes cada vez mais instruídos e com um mega fone cibernético nas mãos, podem causar danos a confiança e credibilidade de marcas impactando até as vendas.

As empresas de todos os tamanhos e áreas de atuação, precisam se conscientizar de que abrir este canal de comunicação é uma forma de se aproximar de seus clientes e prospects. Detectar problemas antes que estes se tornem uma crise para o departamento de relações públicas, é uma das funções essenciais deste relacionamento aberto.

Muitas empresas também dizem ter presença nas mídias sociais, mas possuem perfis criados ao invés de páginas e não há personalização ou qualquer investimento para gerar conteúdo e abrir o diálogo com seus clientes.

Se os gestores de sua empresa ainda não sabem o que fazer, considere estas dicas para traçar um plano de ação:

  • Mídias Sociais somente são úteis, se houver uma estratégia de conteúdo por trás;

  • Estes são canais de mão dupla, portanto considere deixar aberta a possibilidade para que seus clientes se comuniquem com sua empresa;

  • Defina métricas e responsáveis pela implementação da estratégia. Só assim, você garantirá e perceberá o movimento de seus clientes, podendo evitar reclamações ainda em seu nascimento.

  • Não tenha receio de abrir a comunicação com seus clientes, pois se você não os ouvir a web toda o fará.

  • Leia as 11 Dicas para Usar o Marketing de Atração em 2011.


Lembre-se, se você não implementar estratégias para usar este canal de comunicação direta com seus clientes, seu concorrente o fará.

Seu negócio é a alma da sua propaganda, portanto não deixe que eventuais problemas se transformem num tsunami digital.

Se sua empresa enfrentasse um problema desta proporção na web hoje, o que você faria?

Deixe seu comentário.

Assista também o vídeo "Os Segredos do Inbound Marketing" e descubra como ele pode ajudar sua empresa.

nota: em pouco mais de 1 semana as visualizações subiram de 330 mil para mais de 453mil no Youtube.

Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.

2 de fev. de 2011

Dica: você é qualificado para contratar um estagiário? (parte 1 de 2)


Escrito por Gustavo Vannucchi

Por esses dias, aqui na empresa, estive entrevistando candidatos a uma vaga de estágio em Relações  Públicas. Basicamente será meu assistente. Eu pessoalmente acho a vaga muito interessante para um aluno da área pois as funções que serão desempenhadas são realmente ligadas ao interesse profissional de alguém que quer mesmo seguir carreira nessa profissão.

Preocupado em não contratar a pessoa errada ou então oferecer uma oportunidade que realmente seja atraente a jovens dedicados a um plano de carreira, escrevi o seguinte texto para servir como referência para mim e porque não, para que mais possa interessar. É baseado em uma breve pesquisa que fiz por vários websites na internet e com a consultora do CIEE de Campinas. (www.ciee.org.br)

Se você está pensando em contratar um estagiário, aqui estão algumas questões a considerar.

Você tem o tempo, o temperamento e as habilidades necessárias para supervisionar e treinar um estagiário?

O treinamento é uma arte com um pouco de ciência. Embora haja todo um gênero de "formação de formadores", a maioria de nós sabe instintivamente se somos bons em traduzir o que fazemos em passos simples que possam ser passados para outros. Eu realmente gosto de treinar pessoas, mas é preciso paciência, o que muitos não tem. Se você sentir que não será capaz de transmitir o que você faz para alguém, então contratar estagiários talvez não seja pra você.

Você ou sua empresa podem oferecer um ambiente de trabalho profissional?

Isso pode ser complicado para aqueles cujo trabalho é desenvolvido em um ambiente de estrutura muito simples. Se você espera que o estagiário não se importe de usar a mesa que sobrou no almoxarifado e aquele computador que vive travando só porque ele é um iniciante já começou mal. O estagiário faz uma faculdade onde aprende tudo como deve ser e espera encontrar em uma empresa um espelho disso.  O que significa que você precisa disponibilizar uma estação de trabalho e acesso às ferramentas adequadas.

 
Você pode pagar um estagiário?

Antes de mais nada lembre-se que estagiário não é sinônimo de mão de obra barata. Um estagiário se paga com ajuda de custo e com uma experiência valiosa para seu futuro profissional. O valor a ser pago em dinheiro pode variar de muito pouco para muito assim como a experiência que irá adquirir, o que conta no final é a soma desses dois itens. Se não pode configurar uma boa situação de aprendizagem e uma ajuda de custo satisfatórios é melhor não oferecer a vaga de estágio. Uma dica aqui, foi o que fizemos na empresa onde trabalho. Consulte o CIEE e te ajudarão a formalizar legalmente todos os estágios burocráticos e financeiros da contratação de um estagiário.

Você tem uma tarefa ou projeto que seria adequado dar um estagiário?

Estagiários, assim como profissionais experientes, podem responder melhor ou pior a funções diferentes. É importante determinar quais as áreas em que este estudante atuará e qual o seu nível de envolvimento e liberdade. Lembre-se que nenhuma tarefa realizada por um estagiário pode ser 100% livre de supervisão aos mesmo tempo que não se deve supervisionar 100% do que o estagiário faz com o rigor que se aplicaria a um profissional.  Com o passar do tempo reflita sobre o progresso do estagiário e eleve ou diminua sua independência para executar aquelas tarefas.

Se você respondeu positivamente a todas as anteriores, então você provavelmente é um bom candidato para supervisionar um estagiário. 


No próximo post, já com o resultado das entrevistas com um estagiário contratado, escreverei minhas conclusões sobre como proceder com a seleção do estagiário.


Gustavo Vannucchi
Coordenador do Executivos Brasil
Gerente de Marketing e Treinamento na Di Brescia Perfumes e Cosméticos.

13 de jan. de 2011

Você tem um colega ou chefe assim assim?

Sabe aquele seu colega que as vezes fala em voz alta....:

- Ué? Onde foi parar aquele documento do Word?

ou então...

- Como é que faz mesmo pra achar aquele Google Maps?

Ou então aquele chefe que te chama na mesa dele com urgência e quando você está lá ele diz:

-  Esse computador tem algum problema  ! Minha internet não quer funcionar!!!

Bom, veja o video a seguir e... desabafe:


22 de dez. de 2010

Boas Festas!

Fim de ano é uma época diferente. Cada um a vê de uma forma.

Esse ano minhas festas serão especiais.

Meus últimos 5 natais passei longe da família aqui no Brasil mas perto de outros parentes, velhos e novos amigos em outras partes de mundo. As vezes me sentido um pouco solitário, mas sempre bem acompanhado.

Este ano será especial. 5 períodos de festas depois, estou perto de meus familiares, velhos e novos amigos nessa nossa parte do mundo. Reuniremos em nossa casa pela primeira vez a mais jovem da família, minha filha de 9 meses, com os mais velhos, meus avós com 90 e 93 anos.

Se 2010 termina assim, nem precisa dizer que 2011 começa muito bem.

Divido esse breve trecho da minha vida pois desejo que todos, membros dos grupos Executivos Brasil, leitores ocasionais e amigos virtuais que estão lendo este post agora, encontrem dentro de sí um motivo para agradecer pelo ano que passa e para fazer do ano que vem mais um motivo para comemorar no futuro.

Volto em janeiro com energias renovadas para atualizar o Blog.

Abraço a todos;

Gustavo Vannucchi
Coord. Executivos Brasil

9 de dez. de 2010

Cortar o Cafezinho como medida de economia. Vale a pena?

Escrito por Aristides Girardi


Este tema é polêmico, apaixonante e atual. Alguns gestores usam o símbolo do corte do cafézinho para desfraldar a bandeira do corte nos gastos administrativos e buscar reverter o resultado do balanço no final do mes. Há casos em que os gestores até conseguiram alcançar um certo resultado imediato, mas no longo prazo, a política se mostrou ineficiente.

Tirar o cafézinho, onde o hábito já está instalado, com o discurso de cortar gastos simplesmente, pode ter resultado totalmente nulo, além de estimular o surgimento de uma série de sentimentos negativos no ambiente, como por exemplo sensação de perda, imposição de autoridade, não valorização de um ambiente com qualidade, entre outros. Como diria o filósofo, cortar o cafezinho é como dar um "tiro" no próprio pé, e o pior ainda é quando o "tiro" sai pela culatra.

Veja no vídeo a seguir o bate-papo interessante que tive com a jornalista da TV Record Kelley Ambrósio sobre o assunto:




Sou contra cortar o cafezinho para reduzir gastos, este é um argumento que naufrága diante de outras mazelas administrativas praticadas na grande maioria das empresas e que não trazem um benefício correspondente ao benefício do cafézinho que queiramos ou não, mexe com a auto estima do bebedor de cafezinho.

Sou a favor do corte de horas extras nas empresas, algumas não imaginam o mal que estão fazendo para os seus funcionários, não calculam o custo absurdo das horas extras na folha de pagamento, e ainda não avaliam o "estrago" que uma equipe trabalhando no limite pode fazer com os resultados de balanço de uma empresa.

É cultural tomar cafézinho no Brasil e em muitos outros países do mundo. Existe ainda uma estratégia já praticada por muitas empresas onde o consumo de café é muito alto em virtude do grande número de funcionários, onde o cafézinho é subsidiado pelo funcionário e as opções são mais variadas e a qualidade e a higiêne acima da média.

Se você é contra ou a favor do corte do cafézinho para reduzir os gastos nas empresas, se manifeste.

Leia este e outros textos de Aristides no blog http://falecomoheadhunter.blogspot.com/

Aristides Girardi é CEO da Starhunter  e membro do grupo Executivos Brasil.