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29 de mar. de 2011

A Rede Social Corporativa, seu RH está preparado?

Escrito por Marcelo Fernandes.

Atração de talentos, disseminação da cultura e do bom ambiente corporativo. Estes podem ser alguns atributos do uso das mídias sociais, no ambiente dos Recursos Humanos.

Atualmente muito se discute sobre a utilização, métricas e real necessidade do uso das mídias sociais. Neste blog mesmo você poderá encontrar diversos artigos, que abordam pontos de vista distintos sobre o assunto.
O fato é que atrair fãns e disseminar as mensagens da empresa, através de um relacionamento bem construído, deve ser o objetivo principal desta ferramenta de comunicação.

Algumas empresas já estão utilizando a ferramenta para mostrar sua cultura corporativa, postar vagas e criar um canal onde executivos deixam sua mensagem transparente sobre a empresa.BrightCove

Talvez eu seja um pouco antigo, mas atualmente muitos processos de seleção estão se tornando cada vez mais impessoais, devido as ferramentas online disponíveis. A postagem de vagas online, acaba por gerar uma grande quantidade de candidatos, o que torna a avaliação mais difícil. Isso aliado as barreiras eletrônicas, exclui e uniformiza ainda mais os perfis, em especial com relação aos talentos e aspectos humanos de cada um.

Embora exista essa automação, nas mídias sociais é possível investigar o perfil e ciclo de conexões de profissionais, sem a máscara que cada um cria para sua marca pessoal.

Conversei com Becky Bajan, responsável pelo recrutamento da empresa BrightCove nos EUA. Esta empresa do setor de tecnologia, criou uma página personalizada no Facebook onde além da ferramenta de marketing, posta vagas e depoimentos de seus funcionários. Leia abaixo a entrevista:

1) Qual foi a razão de utilizar o Facebook na estratégia de recrutamento?

"A Brightcove é uma empresa, que possui uma plataforma de vídeo online. Nós queríamos mostrar nosso produto e o Facebook pareceu um locar ótimo para este fim. Em 2010 iniciamos este processo, que foi muito bem sucedido."

2) Como vocês medem sucesso? Você acredita que a empresa se torna mais atrativa estando no Facebook?

"Bem, nosso objetivo em 2010 era ter 1000 fans no Facebook e em Julho tínhamos pouco mais de 200.  Atualmente temos 1149 (Fev 2011).  Gosto de tratar as mídias sociais como um tipo de "guia de referência rápida" de nosso site. É um ótimo local para candidatos visitarem e aprenderem um pouco mais sobre a cultura, produtos e funcionários atuais. No caso da nossa empresa, que trabalha com tecnolgia de ponta, é imperativo ter presença nas mídia sociais."

3) Qual o impacto no desenvolvimento organizacional, clima interno e processo de recrutamento?

"No momento, ainda estamos descobrindo estes aspectos.  Temos objetivos totalmente novos para 2011 e creio que poderemos medir melhor os resultados neste ano. Acreditamos que poderemos usar esta ferramenta, para aumentar a indicação de funcionários."

4) Vocês utilizam outras ferramentas de mídias sociais para RH?

"Nossa ênfase em 2010 foi o Facebook.  Em 2011 nos dedicaremos também ao Linked In e Twitter, para postar posições e buscar grandes talentos."

5) Quais foram os principais desafios para implementar a estratégia de mídias sociais para o RH? Como vocês trabalharam com questões de segurança da informação?

"O primeiro foi de incorporar vídeo na estratégia de recrutamento. Uma vez que decidimos isso, resolvemos focar nossos esforços no Facebook.  O segundo, foi criar a lista de empregos com vídeos no Facebook.  Não tivemos problemas relacionados com a segurança da informação."

Vale ressaltar que o Facebook já tem mais de 12 milhões de usuários no Brasil e pesquisas apontam uma forte taxa de crescimento. Certamente, profissionais da Geração Y utilizam essas ferramenta em seu dia a dia.

Como podemos observar, este novo meio de comunicação também pode ser utilizado para aumentar a credibilidade de sua empresa junto a seus stakeholders, trazer orgulho e prazer para os que trabalham nela e gerar admiração de seus próximos talentos.

Como você implementaria esta estratégia na sua empresa?

Veja também as "11 Dicas para Usar o Marketing de Atração este Ano".

Autor: Marcelo Fernandes - Siga-me: @Madra2010
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.

1 de mar. de 2011

Será que o Marketing Tradicional Morreu?

Escrito por Marcelo Fernandes.

Marketing Tradicional(Outbound) ou Marketing de Atração (Inbound), qual é o melhor?

Nos vários artigos publicados em meu blog, abordei os diversos aspectos do Inbound Marketing e em especial as questões relacionadas as redes sociais. Muitos profissionais de marketing digital defendem veementemente, que esta forma de abordagem é melhor do que a tradicional.

Alguns fãns mais ardorosos, dizem ainda que o marketing tradicional é para quem tem bolsos grandes e o Inbound para quem tem um cérebro desenvolvido. Mas afinal, você sabe as diferenças e quando deve usar os dois? inbound-vs-outbound-marketing

Nos meus 15 anos de experiência, trabalhei com ações envolvendo os dois mundos, desde o e-mail mkt multimídia em 2002 e participação em grandes eventos, até páginas personalizadas do Facebook nos dias de hoje. E você sabe qual eu acho melhor?

Bem, é fato que mais de 80% das pessoas com acesso a web, procura todo tipo de informação online antes de decidir sua compra. Isso é uma verdade até nas empresas B2B, onde gestores buscam manterem-se informados para tomar suas decisões.

A escassez de tempo, custos de locomoção, etc fazem da web uma poderosa e conveniente fonte de informação. A facilidade com que clientes criam filtros, também gera desafios a publicidade convencional.

O fato é que fica cada vez mais difícil comprar a atenção do cliente, pois atualmente é preciso conquistá-la. A tabela acima apresenta algumas diferenças básicas dos 2 métodos.

Seguem algumas dicas, para ajudá-lo a decidir quando utilizar cada um.

  1. Defina sua estratégia e público alvo (buyer personas) e lembre-se, ambos os métodos são ferramentas de comunicação para executar seus planos, ou seja, atingir seu cliente e posicionar sua marca.

  2. Reavalie os resultados com propaganda tradiconal (até online), eventos e veja o que realmente funciona. Migre o orçamento do que não funcionou, para sua estratégia de Marketing de Atração.

  3. Em um país dominado pela TV a propaganda ainda tem sua eficiência, no entanto este cenário está mudando em função da web. Agora, o consumidor tem o poder e um megafone vitual em suas mãos.

  4. Criar conteúdo é chave, mas antes entenda o que tira o sono de seus clientes e em detalhes o ciclo de vendas de seu negócio. Com essa informação nas mãos, gere conteúdo para cada etapa.

  5. Personalize suas páginas nas redes sociais, com a mesma identidade visual usada para as ações offline. E lembre-se, é essencial integrar as duas.

  6. Utilize eventos para construir relacionamentos "reais" com seus clientes e aumentar a experiência que eles tem com seus produtos. As informações sobre estes, serão buscadas online. Seu estande deve complementar as experiências e informações fornecidas online.

  7. Se você ainda não tem uma estratégia de marketing de atração, comece a criar uma. Desta forma, se algum cliente irritado falar mal de sua marca, vc poderá resolver o problema antes que se torne viral.

  8. Se seu orçamento é mais limitado, invista na web e no Marketing de Atração. Com o custo de um estande, você poderá fazer projetos que colocarão sua marca em destaque na web o ano todo.


Finalmente, respondendo a dúvida. O melhor é criar uma estratégia que utilize os dois conceitos complementares, desta forma tomando vantagem dos pontos fortes de cada um.

Apesar disso, fique atento, pois o cliente está cada vez interessado no mundo online e menos naquela propaganda linda no meio da revista. Ganhar e não comprar a atenção do cliente, é um desafio.

Sua empresa está preparada? Deixe seus comentários e dúvidas.

Assista o vídeo "Os Segredos do Marketing de Atração."

Autor: Marcelo Fernandes - Siga-me: @Madra2010
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.

22 de fev. de 2011

Dica: você é qualificado para contratar um estagiário? (parte 2 de 2)


Antes de ler o artigo, clique aqui para ler a primeira parte está publicada 2 posts antes deste. Leia-o para que a parte que segue faça sentido.



Escrito por Gustavo Vannucchi.
Muito bem. Contratada a estagiária, depois de uma dura decisão entre duas finalistas, publico aqui a parte 2 de 2 de meu artigo.

O passo seguinte seria:

Decida quanto tempo o estagiário deve gastar com você.

Descobri que para beneficiar tanto o empregador quanto o estudante, os estágios devem ser programados para durar pelo menos um semestre letivo. O estagiário pode ficar 6 horas por dia na sua empresa, 30 horas por semana. No começo dedique pelo menos 1 hora do dia para passar tarefas e avaliar o desempenho. Coloque-se a disposição para qualquer dúvida e, de hora em hora, sempre que levantar pra tomar um café ou uma água, dê um pulinho até o local de trabalho do estagiário e veja como vai o trabalho. Esse nível de supervisão tende a ser menos intenso e mais natural com o passar do tempo.
 
Considere que as habilidades de um estagiário potencial terá de trabalhar bem com você.

De acordo com o seu trabalho e o que a sua empresa faz avalie quais habilidades o estagiário já desenvolveu ou para as quais demonstra aptidão. No meu caso, a empresa produz e vende perfumes finos e cosméticos e o estágio, como disse no início, é para relações públicas. Publiquei então um anúncio que já deixava clara a necessidade de certas habilidades tais como uso de programas MS Office e afinidade com o uso de ferramentas de redes sociais e internet. Mas lembre-se: habilidade não é experiência. Experiência adquirida em outros estágios conta, mas não deve contar muito já que o candidato deseja uma oportunidade de aprender na prática o que ainda não vivenciou.

Escreva uma descrição do trabalho.

Você deve criar uma descrição do trabalho que descreve as funções a desempenhar e as habilidades necessárias. Indique onde o trabalho seria desenvolvido (proximidades, localização geográfica), horário e benefícios. Identificar a empresa contratante é opcional e tem os prós e contras, todos eles baseados na percepção que o candidato pode ter da empresa baseado na marca e informação que poderá encontrar no mercado ou na internet.
 
Divulgar a posição de estágio.

Aqui não é muito diferente da contratação de um profissional. Use seu networking para indicações, incluindo aí o Twitter, o LinkedIn, o Facebook e o Orkut. Outra opção que recomendo é cadastrar a empresa no CIEE. Cuidado com websites de vagas. Elas mandarão currículos muitas vezes de forma automática, deixando de lado alguns bons candidatos e mandando alguns cujo CV não é apropriado.

Faça um processo de seleção adequado:

Uma boa coisa que pode acontecer é receber bons currículos e ficar na dúvida de quem é o melhor candidato. Minha sugestão aqui é que imprima cada um dos CV enviados e, se achar necessário, mande por email alguma pergunta complementar. Quando a resposta chegar imprima e anexe ao currículo. Faça anotações do que é considera interessante salientar.
Para a entrevista é provável que alguns convidados não apareçam portanto não convide só uns poucos. Chame também alguns cujo CV não pareça assim tão bom. Vale lembrar que muitos bons candidatos a uma vaga, de estágio ou profissional, não sabem preparar um currículo ou uma carta de apresentação.
Diante do candidato tente tornar a entrevista algo mais relaxante já que o nível de nervosismo dos candidatos é muito alto o que atrapalha na avaliação as vezes escondendo um bom potencial. Solicite que fale sobre os itens que lhe são interessantes e, muito importante, sobre o curso que faz. Tente ter um retrato de como aquele candidato vê a profissão para a qual estuda e como se vê dentro dela. Explique o que a empresa faz e o que a empresa oferece como oportunidade de aprendizado e pergunte ao candidato se acha que o que aprenderá ali poderá ser realmente útil para seu futuro profissional
Se achar necessário um segundo encontro sugiro uma dinâmica, se for válido para a posição em aberto. Isso vai te dar uma idéia de como um candidato se sente sob alguma pressão e como pode lidar com pessoas que não conhece e que ainda podem ser seus concorrentes.

Espero que tenha ajudado com este texto.

Se você tem alguma experiência na seleção de candidatos a estágio, seja como concorrente a vaga ou proponente, divida sua experiência conosco.

Ah, e fique a vontade para debater o que escrevi afinal não sou profissional de RH e sua experiência pode ser mais interessante.

Abraço

Gustavo Vannnucchi
Coordenador do Executivos Brasil
Gerente de Marketing e Treinamento na Di Brescia Perfumes e Cosméticos.

9 de fev. de 2011

Mídias Sociais, Não é uma Brastemp!!

Escrito por Marcelo Fernandes.

Ficar calado neste universo, pode signifcar consentir tudo que falam sobre sua empresa.

Recentemente o vídeo abaixo circulou na internet, chegando até a ter uma matéria publicada no jornal "O Estado de SP".

A indignação de um cliente com os serviços de uma empresa gerou a atenção de mais de 450 mil pessoas, que assistiram as reclamações online. Certamente estes internautas comentaram ou assistiram com mais duas ou três pessoas e a audiência pode ter passado de 1 milhão.

O interessante é que campanhas recentemente geradas, como Fiesta Stories e Ariel, obtiveram menos da metade das visualizações.



Muitas empresas ainda se questionam sobre sua necessidade e alegam, "mídias sociais, isso não é para o meu negócio", quando pensam em abrir este novo canal de comunicação com seus clientes. Via de regra este receio é motivado pelo fato de acharem que, se deixarem o cliente falar terão que ouvir reclamações.

Este vídeo expressa de forma clara o poder do "boca a boca" e de que a falta de presença definida no ambiente online, pode significar um desastre nas relações da marca com seus consumidores. Clientes cada vez mais instruídos e com um mega fone cibernético nas mãos, podem causar danos a confiança e credibilidade de marcas impactando até as vendas.

As empresas de todos os tamanhos e áreas de atuação, precisam se conscientizar de que abrir este canal de comunicação é uma forma de se aproximar de seus clientes e prospects. Detectar problemas antes que estes se tornem uma crise para o departamento de relações públicas, é uma das funções essenciais deste relacionamento aberto.

Muitas empresas também dizem ter presença nas mídias sociais, mas possuem perfis criados ao invés de páginas e não há personalização ou qualquer investimento para gerar conteúdo e abrir o diálogo com seus clientes.

Se os gestores de sua empresa ainda não sabem o que fazer, considere estas dicas para traçar um plano de ação:

  • Mídias Sociais somente são úteis, se houver uma estratégia de conteúdo por trás;

  • Estes são canais de mão dupla, portanto considere deixar aberta a possibilidade para que seus clientes se comuniquem com sua empresa;

  • Defina métricas e responsáveis pela implementação da estratégia. Só assim, você garantirá e perceberá o movimento de seus clientes, podendo evitar reclamações ainda em seu nascimento.

  • Não tenha receio de abrir a comunicação com seus clientes, pois se você não os ouvir a web toda o fará.

  • Leia as 11 Dicas para Usar o Marketing de Atração em 2011.


Lembre-se, se você não implementar estratégias para usar este canal de comunicação direta com seus clientes, seu concorrente o fará.

Seu negócio é a alma da sua propaganda, portanto não deixe que eventuais problemas se transformem num tsunami digital.

Se sua empresa enfrentasse um problema desta proporção na web hoje, o que você faria?

Deixe seu comentário.

Assista também o vídeo "Os Segredos do Inbound Marketing" e descubra como ele pode ajudar sua empresa.

nota: em pouco mais de 1 semana as visualizações subiram de 330 mil para mais de 453mil no Youtube.

Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.

2 de fev. de 2011

Dica: você é qualificado para contratar um estagiário? (parte 1 de 2)


Escrito por Gustavo Vannucchi

Por esses dias, aqui na empresa, estive entrevistando candidatos a uma vaga de estágio em Relações  Públicas. Basicamente será meu assistente. Eu pessoalmente acho a vaga muito interessante para um aluno da área pois as funções que serão desempenhadas são realmente ligadas ao interesse profissional de alguém que quer mesmo seguir carreira nessa profissão.

Preocupado em não contratar a pessoa errada ou então oferecer uma oportunidade que realmente seja atraente a jovens dedicados a um plano de carreira, escrevi o seguinte texto para servir como referência para mim e porque não, para que mais possa interessar. É baseado em uma breve pesquisa que fiz por vários websites na internet e com a consultora do CIEE de Campinas. (www.ciee.org.br)

Se você está pensando em contratar um estagiário, aqui estão algumas questões a considerar.

Você tem o tempo, o temperamento e as habilidades necessárias para supervisionar e treinar um estagiário?

O treinamento é uma arte com um pouco de ciência. Embora haja todo um gênero de "formação de formadores", a maioria de nós sabe instintivamente se somos bons em traduzir o que fazemos em passos simples que possam ser passados para outros. Eu realmente gosto de treinar pessoas, mas é preciso paciência, o que muitos não tem. Se você sentir que não será capaz de transmitir o que você faz para alguém, então contratar estagiários talvez não seja pra você.

Você ou sua empresa podem oferecer um ambiente de trabalho profissional?

Isso pode ser complicado para aqueles cujo trabalho é desenvolvido em um ambiente de estrutura muito simples. Se você espera que o estagiário não se importe de usar a mesa que sobrou no almoxarifado e aquele computador que vive travando só porque ele é um iniciante já começou mal. O estagiário faz uma faculdade onde aprende tudo como deve ser e espera encontrar em uma empresa um espelho disso.  O que significa que você precisa disponibilizar uma estação de trabalho e acesso às ferramentas adequadas.

 
Você pode pagar um estagiário?

Antes de mais nada lembre-se que estagiário não é sinônimo de mão de obra barata. Um estagiário se paga com ajuda de custo e com uma experiência valiosa para seu futuro profissional. O valor a ser pago em dinheiro pode variar de muito pouco para muito assim como a experiência que irá adquirir, o que conta no final é a soma desses dois itens. Se não pode configurar uma boa situação de aprendizagem e uma ajuda de custo satisfatórios é melhor não oferecer a vaga de estágio. Uma dica aqui, foi o que fizemos na empresa onde trabalho. Consulte o CIEE e te ajudarão a formalizar legalmente todos os estágios burocráticos e financeiros da contratação de um estagiário.

Você tem uma tarefa ou projeto que seria adequado dar um estagiário?

Estagiários, assim como profissionais experientes, podem responder melhor ou pior a funções diferentes. É importante determinar quais as áreas em que este estudante atuará e qual o seu nível de envolvimento e liberdade. Lembre-se que nenhuma tarefa realizada por um estagiário pode ser 100% livre de supervisão aos mesmo tempo que não se deve supervisionar 100% do que o estagiário faz com o rigor que se aplicaria a um profissional.  Com o passar do tempo reflita sobre o progresso do estagiário e eleve ou diminua sua independência para executar aquelas tarefas.

Se você respondeu positivamente a todas as anteriores, então você provavelmente é um bom candidato para supervisionar um estagiário. 


No próximo post, já com o resultado das entrevistas com um estagiário contratado, escreverei minhas conclusões sobre como proceder com a seleção do estagiário.


Gustavo Vannucchi
Coordenador do Executivos Brasil
Gerente de Marketing e Treinamento na Di Brescia Perfumes e Cosméticos.