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21 de out de 2010

Meu "Brazil" Brasileiro

Escrito por Marcelo Fernandes.

É quase uma unanimidade, o Brasil é o país do futuro. No entanto, essa frase vem sendo repetida faz 50 anos por governantes de diversas gerações.



Nunca estivemos tão perto e ao mesmo tão longe de nos tornarmos um país de primeiro mundo.

Existem diversos aspectos que precisam ser discutidos para que isso ocorra, mas aqui eu vou focar apenas em um ligado ao marketing. Nossa Imagem está em xeque!!

Isso não é uma campanha, pois não sou candidato. Se fosse, seria mais firme nas afirmações contra a chineização da nossa sociedade, mas isso fica para outro post!

O fato é que abri discussões no Linked In sobre qual é e como melhorar a imagem do Brasil no exterior.

Depois de quase 170 longos comentários, a opinião é geral. Samba, mulher e futebol ainda predominam vastamente e no âmbito dos negócios alguns tem uma opinião melhor formada.

Como resolver este problema? Precisamos mostrar nosso país por nossa visão, trazendo a tona nosso melhor e tudo isso começa pelo turismo. Este atraí divisas e interesse por parte de empresários e pessoas comuns que investem e gastam aqui, uma vez que percebam as oportunidades que existem.

Chega dos programas de TV a cabo sensacionalistas produzidos por extrangeiros, que os sonorizam com música caribenha e mostram invasões da polícia em favelas como se fossem caçadas na África.

É preciso que tomemos o controle sobre a informação e que os empresários percebam que apoiar iniciativas de promoção no exterior, se reverterá em benefícios para seu negócio.

Filmes e produção de material sobre os EUA sempre tem dinheiro e a filosofia de produção transforma guerra e crime em coisas “bonitas” de se ver, sempre mostrando a qualidade que eles desejam transmitir.

Somente 5 milhões de turistas visitam o Brasil por ano. Na Itália por exemplo, são 40 milhões. Esses turistas gastam aqui pouco menos de USD 5 Bilhões, enquanto brasileiros gastam cerca de USD 12 Bilhões no exterior.

E por que será? Certamente um problema de imagem e de falta de promoção correta no exterior, aliada a um misto de arrogância e ignorância que assola boa parcela do povo Brasileiro.

Essa combinação nos leva a crer que somos inferiores e a auto afirmação surge com frases como “somos os mais criativos”, “o melhor país do mundo”, etc. Essas verdades que são pregadas pela sabedoria popular são apenas populares, pois de sabedoria não tem nada. Não somos nem melhores nem piores do que ninguém, apenas temos que resolver muitos problemas.

Estive em 20 países e recentemente gravei 2 programas de TV na África do Sul, país mais pobre que o nosso. No entanto, a qualidade dos serviços, a limpeza das cidades, a qualidade dos aeroportos me fez perceber que o Brasil terá que suar muito a camisa para chegar naquele patamar.

Espero que além da infra estrutura, se invista no inglês para que possamos quebrar a barreira de idioma entre nosso país e o mundo.

Eu criei um projeto para promoção do Brasil no exterior, mas este depende da iniciativa privada para acontecer. Já obtive apoio de algumas secretarias de turismo.

Convido você a divulgar e conhecer este projeto:
Meu "Brazil" Brasileiro

Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.

14 de out de 2010

Jornalista ou Marketeiro, quem chega primeiro?

Escrito por Marcelo Fernandes
Tradicionalmente, muitas empresas tratam marketing e relações públicas como duas áreas diferentes. Uma sempre focada em gerar promoção, novos produtos, exposição da marca, novos clientes e mercados. A outra buscando assunto dentro das organizações para gerar pautas, que possam alimentar jornalistas, na esperança de que esses produzam conteúdo sobre a empresa.

Neste processo fica clara a existência de muitos filtros, entre a mensagem que é criada pela área de marketing e a que muitas vezes é recebida pelo cliente.

Além disso muitos marketeiros não tem a habilidade de gerar uma comunicação objetiva, assim como muitos jornalistas não conseguem entender claramente as vertentes comerciais do negócio.O Marketing 2.0 representa uma mudança de paradigma, pois a internet possibilita com que as marcas possam se comunicar e ouvir diretamente a opinião de seus clientes.

Calma, embora o novo modelo imposto pela tecnolgia disponível mude conceitos, nem marketeiros e nem jornalistas perderão seu valor.Na verdade, para se destacar na internet o importante é ter conteúdo memorável e único para seus clientes.

Neste cenário, a parceria entre as duas áreas se torna mais crucial para o sucesso das empresas na web 2.0.

Assessores de imprensa (jornalistas) precisarão participar e entender mais a fundo os negócios das empresas e serão peças chave na elaboração de conteúdo, afinal essa é sua especialidade. Em contra partida, profissionais de marketing tem que pensar como editores e ouvir mais do que nunca seus clientes.

Só com essa nova combinação de fatores é que será possível gerar conteúdo com apelo único, baseado nas necessidades dos clientes e que o conduzam através do ciclo de compra.

Uma das ferramentas mais ricas para cumprir essa missão, é a produção de material em vídeo.

Afinal, Seu Conteúdo é seu Diferencial.

Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.

8 de out de 2010

Dos 4Ps aos 4Cs do Marketing 2.0

Escrito por Marcelo Fernandes

Todos os profissionais de marketing estão habituados com os famosos 4Ps do Marketing. No entanto, a tecnolgia trouxe uma nova forma de vermos essa teoria onde agora o cliente é o centro nos 4Cs.




Embora essa seja a teoria clássica do Marketing, até seu criador Philip Kotler já começa a imaginar as mudanças de tais conceitos para o marketing digital, ou Marketing 2.0.

O marketing tradicional tem muito de seu conceito baseado na intrusão, ou seja, na comunicação e oferta de uma via. Essa via é a da marca para o cliente. Até então nunca houve a possibilidade de se ouvir o outro lado de forma tão ampla e irrestrita como a tecnologia nos possibilita agora.

Além disso, essa mesma tecnologia nos abre portas para que uma marca possa se comunicar com seus clientes de forma mais próxima. Esta proximidade significa fornecer informações que sejam relevantes e convenientes ao cliente, em seu processo de decisão de compra.

Desenvolver conteúdo para seu site não é somente uma questão de melhorar seu SEO – Search Engine Optimization - mas sim de criar uma relação mais próxima com as demandas de seu mercado alvo.

Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.