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22 de dez de 2010

Boas Festas!

Fim de ano é uma época diferente. Cada um a vê de uma forma.

Esse ano minhas festas serão especiais.

Meus últimos 5 natais passei longe da família aqui no Brasil mas perto de outros parentes, velhos e novos amigos em outras partes de mundo. As vezes me sentido um pouco solitário, mas sempre bem acompanhado.

Este ano será especial. 5 períodos de festas depois, estou perto de meus familiares, velhos e novos amigos nessa nossa parte do mundo. Reuniremos em nossa casa pela primeira vez a mais jovem da família, minha filha de 9 meses, com os mais velhos, meus avós com 90 e 93 anos.

Se 2010 termina assim, nem precisa dizer que 2011 começa muito bem.

Divido esse breve trecho da minha vida pois desejo que todos, membros dos grupos Executivos Brasil, leitores ocasionais e amigos virtuais que estão lendo este post agora, encontrem dentro de sí um motivo para agradecer pelo ano que passa e para fazer do ano que vem mais um motivo para comemorar no futuro.

Volto em janeiro com energias renovadas para atualizar o Blog.

Abraço a todos;

Gustavo Vannucchi
Coord. Executivos Brasil

9 de dez de 2010

Cortar o Cafezinho como medida de economia. Vale a pena?

Escrito por Aristides Girardi


Este tema é polêmico, apaixonante e atual. Alguns gestores usam o símbolo do corte do cafézinho para desfraldar a bandeira do corte nos gastos administrativos e buscar reverter o resultado do balanço no final do mes. Há casos em que os gestores até conseguiram alcançar um certo resultado imediato, mas no longo prazo, a política se mostrou ineficiente.

Tirar o cafézinho, onde o hábito já está instalado, com o discurso de cortar gastos simplesmente, pode ter resultado totalmente nulo, além de estimular o surgimento de uma série de sentimentos negativos no ambiente, como por exemplo sensação de perda, imposição de autoridade, não valorização de um ambiente com qualidade, entre outros. Como diria o filósofo, cortar o cafezinho é como dar um "tiro" no próprio pé, e o pior ainda é quando o "tiro" sai pela culatra.

Veja no vídeo a seguir o bate-papo interessante que tive com a jornalista da TV Record Kelley Ambrósio sobre o assunto:




Sou contra cortar o cafezinho para reduzir gastos, este é um argumento que naufrága diante de outras mazelas administrativas praticadas na grande maioria das empresas e que não trazem um benefício correspondente ao benefício do cafézinho que queiramos ou não, mexe com a auto estima do bebedor de cafezinho.

Sou a favor do corte de horas extras nas empresas, algumas não imaginam o mal que estão fazendo para os seus funcionários, não calculam o custo absurdo das horas extras na folha de pagamento, e ainda não avaliam o "estrago" que uma equipe trabalhando no limite pode fazer com os resultados de balanço de uma empresa.

É cultural tomar cafézinho no Brasil e em muitos outros países do mundo. Existe ainda uma estratégia já praticada por muitas empresas onde o consumo de café é muito alto em virtude do grande número de funcionários, onde o cafézinho é subsidiado pelo funcionário e as opções são mais variadas e a qualidade e a higiêne acima da média.

Se você é contra ou a favor do corte do cafézinho para reduzir os gastos nas empresas, se manifeste.

Leia este e outros textos de Aristides no blog http://falecomoheadhunter.blogspot.com/

Aristides Girardi é CEO da Starhunter  e membro do grupo Executivos Brasil.

6 de nov de 2010

Saúde Financeira



por Luceli Mota

Olá meus caros amigos, aqui estou eu novamente e desta vez sugerindo um tema um tanto quanto polêmico, afinal de contas o que não faltam são crenças diversificadas a respeito do dinheiro, não é mesmo?
Alguns possivelmente digam:
- “Falar de dinheiro, mas que tema mais descabido!”
- Outros talvez se sintam desconfortáveis e prefiram nem ler o artigo;
- Outros ainda podem pensar: ”isso não é prioridade em minha vida... ”
- Outros vão se interessar rapidamente, porque aproveitam todas as oportunidades para saber como aumentar seus ativos e colocar seu dinheiro para trabalhar por si...
Enfim, todas as alternativas acima estão corretas!!!
O que é dizer, cada um tem sua própria relação com a questão e não nos cabe aqui julgar.
Meu objetivo, como Coach e Especialista Comportamental, é passar a vocês uma oportunidade de reflexão sobre o tema e compartilhar dicas interessantes e poderosas para operar mudanças em seu comportamento, paradigmas, hábitos e pontos de vista, se assim desejarem! 
A Saúde de sua vida Financeira!
Por que este termo Saúde para a questão financeira?
Porque assim como os outros campos de nossa vida, o dinheiro faz parte das nossas necessidades básicas: de moradia, alimentação, vestimenta, instrução e lazer. Sentimo-nos equilibrados ou desequilibrados dependendo, também, de como está esta relação em nossas vidas.
Para entender esta afirmação, vamos refletir sobre os pilares de nosso bem estar e qualidade de vida:
- Estarmos em equilíbrio nos nossos relacionamentos pessoais, profissionais e conosco próprios.
- Estarmos em equilíbrio na nossa saúde física: Hábitos Alimentares Saudáveis e atividade física, prazerosa e regular.
- Estarmos congruentes com nossa missão de vida e cientes de nossos objetivos – ou seja, saber aonde quer chegar e checar se está no caminho certo para isso.
Para tanto, o dinheiro se faz necessário. Quanto dele? Isso depende das escolhas de vida de cada um e não é o que vamos discutir aqui. A minha proposta é para que pensem em como é sua relação com suas finanças e quão saudável está. Para isso sugiro algumas reflexões básicas:
>> Como é sua relação com o dinheiro?
>> O que lhe foi ensinado a respeito, ou seja, em que você acredita com relação ao dinheiro?
>> Você sabe administrar bem suas finanças?
>> Você sabe fazer seu dinheiro trabalhar por você?
É poderoso tomarmos consciência se nossas “Crenças”, aquilo que nos foi ensinado com relação a um determinado assunto, e que neste caso é a relação com o dinheiro, estão sendo motivadoras ou limitantes na condução de suas vidas.
Na nossa cultura não existia uma educação formal na administração de nossas finanças pessoais e coloco assim no passado, porque acredito que isso esteja começando a se modificar, já ouço falar de algumas escolas e trabalhos assistenciais que começam a introduzir a “Educação Financeira” em suas organizações. Felizmente.
Porém, para a nossa geração e daqueles que estão iniciando hoje sua vida profissional, não houve uma educação formal a respeito de como administrar bem seu dinheiro e fazê-lo trabalhar, também, por você. Você trabalha para fazer o dinheiro e sabe como fazê-lo trabalhar por você a partir de boas e conscientes escolhas de investimentos. Esse é o ideal!
Meu objetivo a partir deste texto é motivá-lo a refletir a respeito do assunto e fazer um balanço de como está este tema em sua vida.
Está em equilíbrio? Você sabe aonde quer chegar e está cuidando de suas finanças para que ela esteja saudável com você nesta jornada?
Caso sim, excelente! Ajude outros a sua volta a fazerem o mesmo.
Caso não, deixo aqui a dica de começarem a pensar sobre as crenças a serem modificadas a respeito disso e buscarem as literaturas básicas que ajudarão neste processo, bem como, treinamentos com profissionais sérios e experientes no assunto e que muito podem colaborar neste seu desenvolvimento.
Prestem Atenção ao assunto, isso é sério!!
Espero ter ajudado e estou à disposição!
Grande Abraço e até breve.
Aguardo seus comentários e dúvidas!
Luceli

link sugerido pela autora: http://www.youtube.com/watch?hl=en&v=kyL2Q-dZOMA&gl=US

Luceli Mota é Coach de Vida e Carreira, Consultora de RH, especializada em Comportamento, Liderança e Inovação. Gestora do Coaching Financeiro do Instituto Ricardo Melo em Campinas. Formada em Letras e Tradução pela PUCC e Pós Graduada em Medicina Comportamental pela Escola Paulista de Medicina.

21 de out de 2010

Meu "Brazil" Brasileiro

Escrito por Marcelo Fernandes.

É quase uma unanimidade, o Brasil é o país do futuro. No entanto, essa frase vem sendo repetida faz 50 anos por governantes de diversas gerações.



Nunca estivemos tão perto e ao mesmo tão longe de nos tornarmos um país de primeiro mundo.

Existem diversos aspectos que precisam ser discutidos para que isso ocorra, mas aqui eu vou focar apenas em um ligado ao marketing. Nossa Imagem está em xeque!!

Isso não é uma campanha, pois não sou candidato. Se fosse, seria mais firme nas afirmações contra a chineização da nossa sociedade, mas isso fica para outro post!

O fato é que abri discussões no Linked In sobre qual é e como melhorar a imagem do Brasil no exterior.

Depois de quase 170 longos comentários, a opinião é geral. Samba, mulher e futebol ainda predominam vastamente e no âmbito dos negócios alguns tem uma opinião melhor formada.

Como resolver este problema? Precisamos mostrar nosso país por nossa visão, trazendo a tona nosso melhor e tudo isso começa pelo turismo. Este atraí divisas e interesse por parte de empresários e pessoas comuns que investem e gastam aqui, uma vez que percebam as oportunidades que existem.

Chega dos programas de TV a cabo sensacionalistas produzidos por extrangeiros, que os sonorizam com música caribenha e mostram invasões da polícia em favelas como se fossem caçadas na África.

É preciso que tomemos o controle sobre a informação e que os empresários percebam que apoiar iniciativas de promoção no exterior, se reverterá em benefícios para seu negócio.

Filmes e produção de material sobre os EUA sempre tem dinheiro e a filosofia de produção transforma guerra e crime em coisas “bonitas” de se ver, sempre mostrando a qualidade que eles desejam transmitir.

Somente 5 milhões de turistas visitam o Brasil por ano. Na Itália por exemplo, são 40 milhões. Esses turistas gastam aqui pouco menos de USD 5 Bilhões, enquanto brasileiros gastam cerca de USD 12 Bilhões no exterior.

E por que será? Certamente um problema de imagem e de falta de promoção correta no exterior, aliada a um misto de arrogância e ignorância que assola boa parcela do povo Brasileiro.

Essa combinação nos leva a crer que somos inferiores e a auto afirmação surge com frases como “somos os mais criativos”, “o melhor país do mundo”, etc. Essas verdades que são pregadas pela sabedoria popular são apenas populares, pois de sabedoria não tem nada. Não somos nem melhores nem piores do que ninguém, apenas temos que resolver muitos problemas.

Estive em 20 países e recentemente gravei 2 programas de TV na África do Sul, país mais pobre que o nosso. No entanto, a qualidade dos serviços, a limpeza das cidades, a qualidade dos aeroportos me fez perceber que o Brasil terá que suar muito a camisa para chegar naquele patamar.

Espero que além da infra estrutura, se invista no inglês para que possamos quebrar a barreira de idioma entre nosso país e o mundo.

Eu criei um projeto para promoção do Brasil no exterior, mas este depende da iniciativa privada para acontecer. Já obtive apoio de algumas secretarias de turismo.

Convido você a divulgar e conhecer este projeto:
Meu "Brazil" Brasileiro

Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.

14 de out de 2010

Jornalista ou Marketeiro, quem chega primeiro?

Escrito por Marcelo Fernandes
Tradicionalmente, muitas empresas tratam marketing e relações públicas como duas áreas diferentes. Uma sempre focada em gerar promoção, novos produtos, exposição da marca, novos clientes e mercados. A outra buscando assunto dentro das organizações para gerar pautas, que possam alimentar jornalistas, na esperança de que esses produzam conteúdo sobre a empresa.

Neste processo fica clara a existência de muitos filtros, entre a mensagem que é criada pela área de marketing e a que muitas vezes é recebida pelo cliente.

Além disso muitos marketeiros não tem a habilidade de gerar uma comunicação objetiva, assim como muitos jornalistas não conseguem entender claramente as vertentes comerciais do negócio.O Marketing 2.0 representa uma mudança de paradigma, pois a internet possibilita com que as marcas possam se comunicar e ouvir diretamente a opinião de seus clientes.

Calma, embora o novo modelo imposto pela tecnolgia disponível mude conceitos, nem marketeiros e nem jornalistas perderão seu valor.Na verdade, para se destacar na internet o importante é ter conteúdo memorável e único para seus clientes.

Neste cenário, a parceria entre as duas áreas se torna mais crucial para o sucesso das empresas na web 2.0.

Assessores de imprensa (jornalistas) precisarão participar e entender mais a fundo os negócios das empresas e serão peças chave na elaboração de conteúdo, afinal essa é sua especialidade. Em contra partida, profissionais de marketing tem que pensar como editores e ouvir mais do que nunca seus clientes.

Só com essa nova combinação de fatores é que será possível gerar conteúdo com apelo único, baseado nas necessidades dos clientes e que o conduzam através do ciclo de compra.

Uma das ferramentas mais ricas para cumprir essa missão, é a produção de material em vídeo.

Afinal, Seu Conteúdo é seu Diferencial.

Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.

8 de out de 2010

Dos 4Ps aos 4Cs do Marketing 2.0

Escrito por Marcelo Fernandes

Todos os profissionais de marketing estão habituados com os famosos 4Ps do Marketing. No entanto, a tecnolgia trouxe uma nova forma de vermos essa teoria onde agora o cliente é o centro nos 4Cs.




Embora essa seja a teoria clássica do Marketing, até seu criador Philip Kotler já começa a imaginar as mudanças de tais conceitos para o marketing digital, ou Marketing 2.0.

O marketing tradicional tem muito de seu conceito baseado na intrusão, ou seja, na comunicação e oferta de uma via. Essa via é a da marca para o cliente. Até então nunca houve a possibilidade de se ouvir o outro lado de forma tão ampla e irrestrita como a tecnologia nos possibilita agora.

Além disso, essa mesma tecnologia nos abre portas para que uma marca possa se comunicar com seus clientes de forma mais próxima. Esta proximidade significa fornecer informações que sejam relevantes e convenientes ao cliente, em seu processo de decisão de compra.

Desenvolver conteúdo para seu site não é somente uma questão de melhorar seu SEO – Search Engine Optimization - mas sim de criar uma relação mais próxima com as demandas de seu mercado alvo.

Autor: Marcelo Fernandes - marcelo@madraint.com
Executivo de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
15 anos de experiência internacional nas áreas de telecomunicações, alimentação e TV.

27 de set de 2010

A Política da Casa é....!?!?

Escrito por Gustavo Vannucchi.
Quem nunca invejou aqueles críticos de comida, restaurantes, que vão nos lugares mais badalados, são paparicados e ainda comem de graça?
Por outro lado, quem é que nunca se levantou de uma mesa de restaurante e foi embora minutos após chegar porque não estava sendo bem atendido?
Pois essa é história que faço questão de dividir com você:

Para restaurantes, eu sou o tipo do cliente “Combinação Explosiva”:

1 – Sou profissional de marketing e vendas;
2 – Sou bom cozinheiro amador, casado com ótima cozinheira e padeira, filho de cozinheira profissional;
3 – Sou vegetariano;
4 – Não tenho vergonha de reclamar.

Tudo isso junto faz minha vida de ir a restaurantes um pouco mais difícil.

Estive em uma conhecida casa de lanches em Barão Geraldo (Campinas), cujos pratos custam muito acima da média e isso se justifica por um cardápio de alta qualidade.
A casa aparenta seguir padrões internacionais mas deixa a desejar quando se esquece de incluir opções de Hambúrguer mais saudáveis como os de vegetais ou de peixe.


 Chamei o garçom e perguntei:

- vocês não têm nenhuma opção de hambúrguer vegetariano?
- Ahhh, olha, a gente pode fazer um queijo quente pro senhor! Ou então, eu tiro o hambúrguer e coloco mais alface!
 - (...)


  O solícito senhor infelizmente foi mal preparado. Ninguém entra numa casa de lanches como aquela pra comer queijo quente, ou simplesmente pão com mais alface. Entra pra comer bem e ser bem atendido.

Agradeci, levantei-me e fui embora, mas não sem antes passar pelo caixa e falar com duas senhoras que, aparentemente, são proprietárias, e sugeri:

- minha sugestão é que vocês tenham no freezer alguns desses hambúrgueres de soja. Quando aparecer um cliente como eu, com restrições alimentares, você poderá servir. Custa quase nada e deixa o cliente feliz!

A resposta foi:

- desculpe, mas essa não é a política da casa.

Pra mim ficou claro. A “política da casa” é não dar ouvido aos clientes.

Alguns dias depois...

Dias depois, no caminho pra casa notei que um famoso ponto comercial está em reforma para abrigar uma nova Hamburgueria Big Jack  (www.bigjackhamburgueria.com.br) e corri pra Internet pra ver o cardápio deles. Sem encontrar a alternativa que buscava, cliquei em Contato e mandei uma mensagem, sugerindo com bom humor que para o Jack ser Big, tem que oferecer aos clientes opções de Hambúrguer vegetal, como muitas das grandes casas do ramo no mundo.

Poucos dias depois recebi uma ligação da assessoria de impressa deles pedindo desculpas pelo mal entendido e explicando que apesar de o cardápio não dizer (desatualizado), a casa oferece não só um delicioso Hambúrguer de soja como também um de Salmão. Não parou por aí, me convidou para ir até lá experimentar as delícias a convite da casa.
Uma semana mais tarde minha esposa, filha e eu fomos recebidos por Sérgio, o garçom. A gerente muito gentil veio mais tarde se apresentar também. O local segue o modelo americano, cheio de imagens de ídolos da Hollywood dos anos 50 e 60.
Meu Hamburguer Vegetal.

Aceitamos as sugestões. Pra minha esposa um Jack´s Burger  (uma espécie de X-Salada com hambúrguer de picanha) e pra mim um especial, ou seja, eu mesmo montei meu próprio lanche com hambúrguer de soja, cheddar, champignon cebola frita ao molho no pão com gergelim.  Pedimos ainda fritas Big Jack´s e um Smoothie Bahamas. Sergio também trouxe à mesa maionese de alho com alho poro e a maionese da casa, com salsinha, para degustar.
Um jantar como esse não custa pouco, mas tampouco é caro. A conta de em torno de R$ 70,00 é o que gastaria em uma pizzaria ou uma churrascaria para dois.

Saímos de lá contentes por termos achado um lugar onde voltaremos diversas vezes e levaremos amigos, alguns deles, vegetarianos. Eu, pessoalmente, contente por fazer parte de uma história que é o “B A =BA” do marketing. Sempre ouça o que seus clientes têm a dizer ou você vai acabar falando sozinho.

Você já teve alguma experiência semelhante?

Abraço a todos;

Gustavo Vannucchi
Coordenador das Comunidades Executivos Brasil, Profissional de marketing e exigente com comida!

PS: achei essa foto no Google Images. É ótima!

16 de set de 2010

A construção de sua marca pessoal.


Escrito por Gustavo Vannucchi
Aqui no Linked In eu sou constantemente questionado sobre como se apresentar nas redes sociais. Não sou nenhum expert no assunto mas me veio à memória algo que já havia lido antes em outro lugar que me motivou a criar o Executivos Brasil.

A idéia da marca pessoal nasceu em torno desde 1977, quando Tom Peters escreveu um artigo chamado "a marca chamada você" para a revista Fast Company. Esse artigo foi citado por uma antiga colega de trabalho que o estudara na faculdade. Imagino que pra época, o conceito fosse bastante avançado.

Uma marca pessoal não se trata de um currículo, de um título, de uma experiência Marca pessoal é aquilo que o faz único, que lhe proporciona características que o destaquem dos demais e que assim sejam percebidas. É claro que sua história, seu estudo, sua família ajudam a construir essa marca. Mas não é o aspecto concreto de sua vida que cria sua marca, não há uma fórmula exata.

Pense na experiência de marca do consumidor. O que torna diferente um computador da Apple de um computador da Sony? O Carrefour do Extra? Essas marcas se sustentam sobre as expectativas e experiências de milhares de consumidores, criando uma personalidade única. Sua marca pessoal precisa transmitir essa mesma sensação de singularidade.

Quando você se candidata a um trabalho, sua experiência profissional e credenciais devem justificar sua candidatura e sua pretensão salarial. Para ser selecionado, por tanto, você tem que possuir um conjunto específico de habilidades a serem considerados para o cargo. O que vai fazer você se destacar são as características de vão além das qualificações.

Um Blog que vale a pena conhecer, escrito por Megan Koehler, é o ContempoResume. Em um de seus posts, cujo link se encontra no final deste texto, ela explica o que ela chama de  "Os Cinco Ps do Branding Pessoal."

   1. Personalidade - Todo mundo tem uma. O exercício a ser feito aqui é saber enxergá-la dentro de si mesmo e defini-la.
   2. Percepção - Como você é percebido? Pergunte a alguns colegas de confiança. Evite amigos, parentes. Pergunte se há áreas em que você pode melhorar.
   3. Paixão - O que motiva você? Você gosta de olhar para formas diferentes de fazer as coisas? Você é uma pessoa popular? O que torna a sua vida completa?
   4. Presença - Como você se apresenta? A idéia aqui não é saber como é percebido mas sim como você se projeta. Pense em tudo. Sorriso, aparência, assunto, postura, etc.
   5. Princípios – Quais são seus princípios? Quais são seus valores éticos, morais?

Ao responder essas questões você estará dando um grande passo para dominar sua marca pessoal. Agora basta (como se fosse fácil...) encontrar uma forma de compreender, compactar e imprimir isso de uma forma simples e sincera em cada uma de suas atitudes sociais.
Não perca a chance de deixar sua marca evidente nas comunidades sociais das quais participa, no seu Blog, no seu currículo e até no seu aperto de mão.
Agora é sua vez. Deixe aqui no Blog seu comentário.

Abraço;

Gustavo Vannucchi
Coord. Executivos Brasil

Link para o Blog de onde tirei os 5 Os do Branding Pessoal (em Inglês):

http://contemporesume.wordpress.com/2010/09/06/the-five-p%E2%80%99s-of-personal-branding/

7 de set de 2010

O novo perfil do executivo na retomada.

Publicado por Revista Applaus



O perfil do executivo que irá dar as cartas no mercado brasileiro será, a partir de agora, fortemente influenciado não só por uma ênfase ainda maior na sua capacidade de liderança e de articulação. Muito importante serão as habilidades em saber se comunicar, antever cenários e decidir estrategicamente. Bem como exercitar qualidades como ser flexível e se adaptar rapidamente às mudanças de mercado, de forma a superar os novos desafios impostos pela economia mundial ainda conturbada, avalia Axel Werner, sócio-diretor da Kienbaum, empresa especializada em recrutamento de executivos, consultoria e gestão de recursos humanos.
As exigências também mudaram para os profissionais que irão assumir cargos de comando nas empresas com a retomada do crescimento. Durante a fase mais aguda da crise a capacidade de gerar resultados e promover mudanças imediatas para enfrentar a retração tornou-se essencial. Agora, aquele que estiver na linha sucessória para assumir posto de comando precisa demonstrar conhecer as necessidades de reposicionamento da empresa no contexto mundial. E, ao mesmo tempo, procurar otimizar a sua atuação para aproveitar as novas oportunidades criadas pelo aquecimento do mercado brasileiro. Para conseguir estes objetivos muitas empresas irão investir mais no desenvolvimento gerencial, contratar serviços especializados de coaching ou treinamento para suprir as necessidades de desenvolvimento e de sucessão. Os profissionais precisam estar prontos para assumir novos e maiores desafios, e muitos deles ainda precisam investir mais em suas competências de gestão e liderança, assinala Axel.

O que as empresas querem dos executivos a partir de agora? Quais atributos passaram a ser exigidos no pós-crise? 

Axel Werner - Não basta apenas ter dinamismo, flexibilidade, criatividade, capacidade inovadora e resistir às pressões. Entre as novas exigências estão saber planejar o futuro em um cenário de economia mundial ainda conturbado. Terão ainda que repensar as estratégias passadas e desenvolver novos cenários; descobrir os novos paradigmas do mercado mundial, e implantar modelos que contemplem a nova realidade, para ampliar a competitividade de suas empresas no âmbito nacional/internacional.
Será necessário se posicionar no relacionamento com os novos parceiros e competidores em decorrência das fusões e aquisições e consolidação de empresas em diversos setores. A proatividade será ainda mais importante, buscar agilidade nas decisões e não ficar à espera das decisões geralmente tomadas pela matriz.
Com os novos desafios criados pela retomada econômica cresce ainda mais a necessidade de as empresas aperfeiçoarem seus planos de carreira e de sucessão. Eles devem considerar ao máximo a visão de todas as etapas cruciais do negócio (área financeira, desenvolvimento de produtos, marketing e vendas). Incentivar competências diferenciadas na liderança e para administrar remédios amargos, como redução de custos, sem afetar a motivação do pessoal e administração dos processos de internacionalização de empresas.

Quais fatores pesam mais nas contratações a partir de agora? 

Axel Werner - As empresas buscam profissionais que entendam do negócio em todas suas novas dimensões.  Não basta apenas ser um ótimo engenheiro para ocupar um cargo na área de produção. As empresas passaram a olhar para outras habilidades, como capacidade de se comunicar, buscar e trocar opiniões com os profissionais de vendas, suprimentos, compras, logística, financeiro e marketing, antes de decidir o que fazer e como fazer. Ou seja, o gerente e diretor de produção precisam ter conhecimentos das outras áreas e dividir responsabilidades para reduzir a possibilidade de erros.
Outra modificação em curso. Agora as empresas querem executivos que pratiquem resultados sustentáveis. Não apenas comprometidos com volumes, mas com a rentabilidade e também com os aspectos sociais do negócio. Foi-se o tempo em que no processo seletivo pesava mais o conhecimento e experiência. Atualmente mapeamos especialmente a capacidade do executivo de saber lidar com pessoas, comunicar-se com as demais áreas, tomar decisões colegiadas, liderar grupos. Não há espaço para erros nas decisões.  E as variáveis tornaram-se mais complexas.
Observe que durante a primeira fase da crise principalmente os cargos operacionais foram suprimidos. Já a partir da segunda metade de 2009 as empresas se concentraram nos processos de reestruturação organizacional visando prepará-las para a nova realidade de mercado. Nesta fase surgem mudanças nos níveis hierárquicos e uma adequação das posições executivas, que inclusive ainda está em andamento fora do Brasil. Cortar gente sempre costuma ser traumático para a organização, além de reduzir o potencial de crescimento futuro.

Como será 2010 para o mercado de executivos?

Axel Werner - O mercado para executivos deverá se aquecer em 2010. Estamos otimistas.  Em decorrência do crescimento previsto, muitas empresas irão investir mais na expansão e contratar executivos para as novas posições. Acreditamos que haverá maior demanda também para os serviços de avaliação ou competence - check. Nos últimos 3 anos recrutamos, avaliamos e desenvolvemos centenas de profissionais em diversos segmentos. Também acredito no crescimento do coaching, uma vez que as empresas voltaram a investir em seus projetos de desenvolvimento de pessoas, o que significa novas contratações ou promoções de profissionais qualificados. Normalmente, a demanda por esse tipo de trabalho – ter profissionais preparados para assumir postos de comando -  dá-se em conjunto com os planos de desenvolvimento gerencial quando as empresas precisam de maior agilidade na busca de suas metas estratégicas e ampliar sua competitividade.
Existe ainda demanda por executivos gerada pelo aumento do investimento em modernização do parque industrial. As empresas buscam adotar as melhores práticas na área do capital humano  para garantir a competitividade mediante modernos controles financeiros, qualidade de produto, marketing e melhoria nos processos.

Quais setores demandam mais executivos?

Axel Werner - Em 2009 diversos setores industriais como bens de investimento, metal-mecânico e, em parte, o de autopeças, siderurgia e mineração tiveram forte retração na contratação de executivos, em especial as empresas multinacionais. Em 2010 haverá uma expansão programada das estruturas organizacionais seguindo às necessidades da economia. Alguns segmentos continuarão dinâmicos na contratação de executivos como o comércio varejista, alimentos, bebidas, materiais de limpeza e cosméticos.

Na Alemanha a Kienbaum é líder de mercado. E no Brasil?

Axel Werner - Hoje estamos entre as cinco maiores do Brasil nas áreas de recrutamento de altos executivos e consultoria de capital humano e somos respeitados em gestão estratégica de recursos humanos. A Kienbaum é a única consultoria no Brasil que integra os serviços de Executive Search com o know-how de uma Consultoria de Gestão de Negócios e Recursos Humanos. Além da linha tradicional de negócio, o Executive Search, temos também notáveis produtos como Assessment, Coaching, Sucession Planning, Leadership Development, Human Resources Strategy, Performance Management, Corporate Governance, dentre outros. Possuímos 50 colaboradores e consultores treinados e comprometidos com os valores de Conhecimento, Relacionamento e Confiança. Os partners são consultores seniores, com no mínimo 15 anos de experiência empresarial e excelente network em seus setores de especialização. 

Revista Applaus - Clube Transatlântico - Jan/Fev/Mar - 2010
http://www.clubtransatlantico.com.br/marketing/receba_revista.asp

23 de jun de 2010

Perfil Falso no Linked In

Por Gustavo Vannucchi

Gostaria de advertir a todos sobre o problema de SPAM dentro do Linked In.
Quando você aceita alguém na sua rede, essa pessoa passa a ter seu endereço de e-mail.

Se você aceita um perfil falso na sua rede do Linked In significa que você está oferecendo seu e-mail para um possível SPAMMER.


OK, é difícil identificar. Hoje mesmo recebi dois convites de pessoas que diziam ser ex-colegas das faculdades onde estudei. Mas notei algo estranho:

1) A foto era muito boa, pareciam modelos.
2) Nenhuma recomendação.
3) Muitos contatos novos adicionados em poucos dias.
4) Empresas para as quais trabalham parecem estranhas.
5) Nenhuma informação em português (para uma brasileira...)
6) Um perfil com praticamente nenhum histórico.

Além disso, verifique o endereço de e-mail. Copie e cole a parte depois do "@" no seu browser acrescentando "www" ou então "http://". Por exemplo:

Se o email for nomedoperfil@xekmail.info, separe a parte "xekmail.info" e coloque no seu Browser www.xekmail.info. Verifique se o que abre se trata de uma empresa qualquer ou de um servidor de e-mails. Normalmente Spammers são clientes de servidores de e-mails não conhecidos.

Hoje esbarrei em dois perfis assim. Aceitei o convite para tomar essas informações e passar para vocês. Então sugiro algumas coisas:

1) Não aceite convites de quem você não tem ideia de quem possa ser. Ou melhor, pode aceitar convites de desconhecidos, até porque esta é uma das premissas do Networking, mas verifique os itens que coloquei acima.
2) Sempre que aceitar um convite mande uma mensagem de boas vindas. Caso seja um perfil que deixe dúvidas, faça perguntas sobre onde está localizado ou quem recomendou seu perfil. Spammers não responderão. Se uma resposta não vier em uma semana, é provável que seja um spammer.
3) Sempre que convidar alguém para sua rede social, deixe claro qual é sua ligação com aquela pessoa. Se vocês fazem parte de um mesmo grupo, selecione aquilo.
4) Se você aceitou um perfil falso na sua rede, você poderá removê-lo clicando em "Contacts" e selecionando o filtro "Recent". Selecione o perfil que você identificou como falso e tome nota no Sobrenome e do Nome. Depois clique em "Remove Contacts" e procure na lista de contatos aquele sobrenome. Clique em "Remove".

Se eu identificar um perfil falso, publicarei no meu Twitter - www.twitter.com/executivos.

Se você identificar um perfil Spammer, não publique aqui se não tiver certeza e saiba que você terá responsabilidade sobre aquilo que publicar.

Espero ter ajudado.

Abraço;

Gustavo Vannucchi

4 de jun de 2010

O Líder Contemporâneo parte III: O HÁBITO MAIOR DE UM LÍDER




Escrito por Luceli Mota

Bem, conforme eu havia prometido este é o terceiro artigo da trilogia sobre os hábitos de um líder contemporâneo.
O hábito MAIOR !

Vocês devem estar se perguntando que hábito seria esse???
E eu gostaria muito de ler o pensamento de vocês agora...

No primeiro artigo “A IDENTIFICAÇÃO” alinhamos a nossa informação sobre o que é um Hábito, utilizando a definição de Stephen Covey e fizemos uma reflexão sobre o quanto nos conhecemos, o quanto estamos cientes de quem somos e como funcionamos...

No segundo artigo “A LIDERANÇA ESSENCIAL” falamos sobre a necessidade de observar se estamos sendo Líderes de Nós mesmos e sugeri uma técnica para identificação desta liderança.

Agora, recapituladas as reflexões anteriores vamos ao Hábito MAIOR :-
Eu inicio com um questionamento que busca investigar a experiência de cada leitor neste quesito Liderança:
• Quantos líderes “de verdade” você conheceu em sua vida? Seja no âmbito profissional ou pessoal.
• Se foi apenas um – o que lhe faz conceder a ele o título de um Verdadeiro Líder?
• Caso tenha sido mais que um, qual o ponto comum entre eles?

- Seria o fato de saberem ouvir o outro com total presença?
- Seria o fato de respeitarem o ponto de vista alheio? Ajudando a analisar as possibilidades cada idéia?
- Seria o fato de serem assertivos em seus comentários e abordagens?
- De saberem conduzir um assunto, projeto, reunião com objetividade?
- Seria a sua capacidade de chamar a atenção de alguém para uma falha ou um desvio de conduta, fazendo-o sentir-se profundamente consciente e tocado do fato e de suas conseqüências, sem precisar alterar o nível de sua voz ou agredi-lo com suas palavras?
- Sua capacidade de conduzir um time ao sucesso, com reconhecimento do trabalho em conjunto, sem a necessidade de deixar rastros de sangue pelo caminho?

Pois é, eu poderia seguir enumerando muitas das atitudes de um Líder de Verdade e embora muitos de vocês possam estar se perguntando se existe um SER como este, liderando alguma corporação ou família, eu posso lhes dizer que conheci alguns...

Sim, eles existem e sabem qual o ponto em comum entre eles?

A consciência de sua ESSÊNCIA, o foco em sua missão e a credibilidade nos Seres humanos a sua volta, sabendo que as diferenças geram a unicidade do indivíduo.

Conheça-se! Acredite no Ser Humano, aprenda a ouvir e refletir e você já terá percorrido boa parte do caminho para se tornar um Grande Líder, de si mesmo e do outro!

Mas, principalmente, desfrute a jornada, divirta-se com a vida e seus ensinamentos!
Um grande abraço e até a próxima!

Luceli


Luceli Mota é Coach de Vida e Carreira, especializada em Comportamento, Liderança, Criatividade e Planejamento de Vida e Carreira. Formada em Letras e Tradução pela PUC Campinas e Pós Graduada em Medicina Comportamental pela Escola Paulista de Medicina

http://www.linkedin.com/in/lucelimota

http://twitter.com/LuceliMota


29 de abr de 2010

Redes Sociais - onde os consumidores e as marcas se encontram.



Escrito por Gustavo Vannucchi


Vender a idéia de Mídia Social não é difícil. Botar em prática sim. 
É algo que ninguém intende até experimentar.

A grande notícia para as empresas sobre a mídia social é que muitos estão começando a anunciar e já estão colhendo grandes resultados.
No primeiro trimestre de 2010 algumas empresas investiram um volume considerável de dólares em mídias sociais. Depois de dois longos anos de adaptação e discussões, notaram que não basta ter um website com uma cara bonitinha. Tem que ter conhecimentos sobre sua complexa plataforma e suas capacidades.

E quem tem esse conhecimento?

Agências de propaganda? Consultorias? Programadores? Web designers?

Provavelmente ninguém ainda. Requer conhecimentos de comunicação mas também de habilidades sociais, conhecimento de plataforma e algum conhecimento de tecnologia. Também ter que ter vivência virtual, ou seja, ter um blog, um twitter, participar de comunidades virtuais e redes sociais. No final a experiência é o que determinará a capacidade. Por isso muitas empresas estão investindo em experimentar.

Experimentar tem um preço...

Algumas empresas deram tiros no pé e (espero) aprenderam com isso. Como o caso do Walmart de São Paulo que anunciou no twitter uma promoção que consistia em ter a indicação de contatos em troca de descontos para poder comprar o produto Guitar Hero (para videogames) a um preço baixíssimo. Todos Twitteiros contentes cumpriram a tarefa de casa e foram comprar a tal guitarra quase grátis. Quando souberam que o estoque era limitado a poucas e insuficiente unidades, começaram a espalhar nas redes sociais sua insatisfação. A mensagem negativa chegou a mais pessoas do que aquela positiva como idealizada ao início. O erro do Walmart os está levando a elevar o aumento em redes sociais pois perceberam o grande potencial positivo, mas que não pode cometer erros.

Dois anos atrás muitas pessoas simplesmente não acreditavam que fosse relevante para anunciantes, ou eles não podiam ver uma ligação clara com os seus atuais  processo de vendas.  Isso mudou. Com as principais marcas aumentando sua presença e com a onda de interesse em Twitter, mais empresas começaram a ligar e perguntar para suas agências de propaganda sobre as iniciativas específicas de mídia social.

Em 2009 o MySpace, então o maior site de redes sociais do mundo recebeu US$ 490 milhões em investimento. Esse ano, o Facebook é o líder e já estima saltar dos US$ 435 milhões de 2009 para US$ 605 milhões em 2010.

Do lado dos anunciantes, por outro lado, ainda não se sabe como entender os resultados.

A Dell por exemplo afirma que teve mais de US$ 6,5 milhões em receita gerada através de redes sociais, anunciando promoções de produtos e vendas online. No Brasil a Dell diz ter gerado US$ 800 mil em faturamento.

Mas em outras empresas saber o que é resultado de investimento em social media ainda é complicado. Observe o gráfico a seguir:




Note que em mais claro estão aqueles que não sabem, depois os que dizem ser significante, em terceiro os que afirmam ter um retorno mediano e por último os que dizem não ter retorno financeiro ainda.

E as pequenas?

Mas as mídias sociais não são só para os grandes. Aliás, ao contrário. Eu pessoalmente diria que esses sistemas foram feitos de uma forma que funcionam melhor para empresas menores. Alguns pequenos estão presentes no Orkut, Facebook e MySpace, alavancando contatos para vendas de produtos e serviços para seus contatos que as vezes passam da casa dos 4 dígitos. Esses esforços se somam aos que muitos já fazem em Google Adwords. Mas a maioria ainda se encontra longe...

Em pesquisa realizada pela Associação Comercial de SP em janeiro de 2010 com MPEs na cidade de São Paulo detectou-se que mais de 80% delas não possui cadastro em nenhuma rede, e dentre as que possuem, suas redes preferidas são Orkut, Twitter, Facebook, Youtube e LinkedIn, nessa ordem.

Embora esse índice de engajamento seja ainda baixo, foi observado que aproximadamente metade das empresas manifestou preocupação em monitorar sua imagem na web e isso é feito de forma “caseira” por suas equipes de marketing, ou mesmo pelo proprietário da empresa.

Finalmente o importante é experimentar. Ter um planejamento claro, não ter muita pressa e principalmente envolver-se cercando-se de pessoas com experiência relacionada ao novo ambiente social.

Se você tem um experiência para dividir, escreva a seguir seu cometário.

Abraço a todos,

Gustavo Vannucchi
Coord. Executivos Brasil.

5 de mar de 2010

O Líder Contemporâneo Parte II : A LIDERANÇA ESSENCIAL

Escrito por Luceli Mota

“A LIDERANÇA ESSENCIAL”

Em dezembro passado publicamos a primeira parte do tema:
“Você tem os hábitos de um líder do Sec. XXI?”
E ao fim do tema anterior, eu digo:
“Busque conhecer-se e compreender seu modus operandis”

A partir daí, eu proponho, para esta segunda parte, fazermos uma reflexão sobre como estamos “liderando nossa própria vida”, antes de tudo. Como estamos nos conduzindo nessa jornada a que nos propusemos?

- Você sabe COMO quer viver?
- Você sabe AONDE quer chegar?
- Sabe COMO chegar lá?
- Sabe COMO QUER ESTAR quando chegar lá?

Alguma vez você já fez a experiência de fechar os seus olhos e imaginar-se nos seus últimos momentos de vida aqui na terra? Esses últimos momentos seriam a festa de seu último aniversário aqui:

- Com que idade você estaria?
- Qual é sua condição física, mental e emocional neste momento?
- Quem você convidaria para esta festa? Não importa que nesta altura já
tenham ido. Eles podem estar em sua festa de despedida.
- Imaginando-os entrar, um a um, o que você gostaria que eles dissessem a
seu respeito? Sobre como você viveu sua vida, o que fez e o que está deixando como legado.
- O que você gostaria de ouvir de cada um deles?
- Vivencie isso e depois anote tudo...

Lendo as anotações, analise se está vivendo de forma a chegar AONDE deseja e COMO deseja.
Você está no caminho certo ou seria melhor fazer uma virada estratégica para pegar o caminho certo? Lembrando-se que o certo é o certo para você, porque sua vida é única e desenhada para você!

Por isso é muito importante que, em primeiro lugar, você seja um líder de si mesmo, de sua própria vida. Saiba guiar-se, direcionar-se, enxergar em si mesmo suas maiores potencialidades e paixões e identificar seus pontos a desenvolver. Saiba reprogramar a direção sempre que necessário e da forma mais ecológica e humana possível.

Desta forma, já sabendo:
- AONDE e COMO quer chegar ao fim da sua vida,
- O que deseja ter FEITO, ter SIDO e ter CONSTRUÍDO ao longo do trajeto,pergunte-se:
> Tenho os hábitos e atitudes adequadas para construir ou manter a vida que desejo?
> Como vou fazer para mudar de direção?
> O que já tenho e o que vou desenvolver para chegar lá?

** E a pergunta chave para jamais desistir, frente aos obstáculos do caminho é:

- O que vou sentir quando chegar lá, da forma que desejo?

Lembre-se fortemente deste sentimento, toda vez que se perguntar:
“Por que tenho que passar por isso?”

Lembrar-se do sentimento que lhe guia ao seu objetivo será seu grande motivador para enfrentar todos os desafios da jornada e chegar lá sabendo que sua vida fez SENTIDO.

Desfrutem a experiência e até a próxima...





Luceli Mota é Coach de Vida e Carreira, especializada em Comportamento, Liderança, Criatividade e Planejamento de Vida e Carreira. Formada em Letras e Tradução pela PUC Campinas e Pós Graduada em Medicina Comportamental pela Escola Paulista de Medicina

http://www.linkedin.com/in/lucelimota

luceli_mota@hotmail.com

26 de fev de 2010

Diga NÃO à Telebrás

Escrito por Gustavo Vannucchi.

Outro dia li um texto motivacional que entre verdades, meias verdades e.. muito papo furado, apresentava dados supostamente baseados na pesquisa de uma instituição. Um dos tópicos salientava o fato de 60% dos brasileiros ter acesso a internet. FANTÁSTICO!
Bom, passando reto pelo fato de 60% dos brasileiros ter um nível de conhecimento da própria língua muito baixo, até porque o número sem dúvida inclui recém nascidos, menos de 12% desses internautas tem acesso a internet através de conexão de banda larga.

Observemos alguns dados e análise:

- Segundo a FGV e o IBOPE, hoje cerca de 25% dos brasileiros com 16 ou mais anos de idade acessam a internet. Coloquemos aí mais alguns de 12 a 15 anos de idade no mix e consideremos 30% dos brasileiros (tá bom, meu sobrinho de 7 anos também tem blog e manda email, mas é exceção).

- Esse número inclui pessoas que dão uma olhada uma vez por semana no email (talvez ainda do BOL). Bom, quem verifica o email uma vez por semana ou é muito famoso ou... não recebe quase nenhum email. Ou seja, põe a pontnha do pé na internet, não navega.
- Dessas pessoas, 12% acessam a internet por conexão rápida (rápida para os padrões brasileiros significa 10 a 30% da velocidade nos países desenvolvidos). Em outras palavras, 6 milhões de brasileiros (3% dos brasileiros tem acesso a internet menos lenta).
- Quem não tem acesso de banda larga, além de não baixar um filme pirata de vez em quando, pornográfico ou cópias ilegais de programas, não tem acesso a algumas das grandes evoluções da grande rede, como TV online, Rádio online, aluguel de filmes, youtube, sites full-flash, e-learning, webinnars, etc.

Em poucas palavras, são poucos, ou melhor, somos poucos dentre aqueles que navegam pela verdadeira internet.

O que fazer então?

O governo diz que a melhor solução é reavivar a Telebrás numa espécie de Telebrás 2.0. A estatal faria concorrência às demais empresas na oferta de acesso a internet de banda larga e controlaria a rede brasileira de fibra ótica. Cobraria preços de 15 a 35 reais pelos mesmos serviços que outras empresas cobram 70 reais. O investimento inicial seria de 20 bilhões de reais.

Eu digo...: diga NÃO à Telebrás!

Primeiro de tudo porque qualquer empresa, estatal ou não, tem que dar lucro. Dar lucro cobrando pouco para competir em uma área em que não tem know-how é complicado. Além disso, pra dar lucro, não pode virar o cabide de empregos que qualquer estatal vira em pouquíssimo tempo. Já começando pela consultoria do senhor Zé Dirceu. Acionistas só vão investir de fato com confiança e estabilidade se a empresa lhes passar confiança e estabilidade.

Acredito que agências controladoras têm a função de regulamentar mercados e já são teoricamente interferência suficiente do governo e da população. Leis apropriadas deveriam ser criadas para impulsionar a oferta de serviços a valores mais baixos e de melhor qualidade.

Outra coisa muito econômica de se fazer, mais simples e com efeito direto, é diminuir os impostos. Da sua conta mensal de internet, na sua empresa ou na sua casa, 43% vai pro governo. O mesmo que você paga por um perfume ou um relógio importado. Em outras palavras o governo trata o serviço de internet como itém superfluo. Com leis e regulamentações bem feitas, impostos decentes e com a vontade das operadoras já estabelecidas de ter lucros, teremos uma internet muito melhor, muito menos cara e mais próxima dos outros 97% de brasileiros excluídos do que nós chamamos de internet.

E isso é só pra começar...

Tudo o que mencionei aqui neste texto na verdade está limitado a o que a internet representa de mais básico.

Não mencionei a exclusão de micro-empresas do e-commerce hoje tão acessível quanto abrir uma conta de email nova, não comentei que nos países desenvolvidos 12% da internet já é acessada através de smartphones e videogames e que o iPad e o iPhone são e serão para poucos no Brasil ainda por vários anos. Aliás todos também com impostos che chegam a elevar o valor do produto em 120%.

O Brasil é um grande país, mas tem que ter um olhar crítico sobre sí mesmo e não se deixar levar por uma promessa linda que parece ser a Telebrás.

Como sempre digo, não quero me colocar aqui como o senhor da razão então seus argumentos ponderados e bem explicados serão muito bem vindos.

Abraço

Gustavo Vannucchi
Coordenador Executivos Brasil.